Alfredo Maia e Carla Ribeiro dão rosto à “alternativa” da CDU para a Maia

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foto A Santos
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“A CDU é a alternativa para a Maia” afirmou Alfredo Maia na apresentação da sua candidatura à presidência da Câmara Municipal da Maia nas eleições Autárquicas.

A apresentação decorreu na manhã de sábado, dia 24, no pequeno auditório do Fórum da Maia, onde também foi apresentada a candidata à presidência da Assembleia Municipal da Maia, Carla Ribeiro.

Ambos os candidatos já têm desempenhado funções de deputados municipais pela CDU na Assembleia Municipal (AM) da Maia no corrente mandato e avaliam de forma muito positiva o contributo que foi possível dar ao desenvolvimento da Maia, com um trabalho de 32 documentos apresentados nas sessões. Destes 22 foram aprovados e 14 por unanimidades, uma imagem de marca da CDU na AM, lembrou Carla Ribeiro, de 41 anos, professora de História.

Alfredo Maia, jornalista, com 59 anos, sublinhou depois que a CDU tem sido “uma oposição passiva” na AM, antes “pautou o mandato por uma participação ativa e informada, apresentando propostas e soluções, intervindo com determinação e energia sobre os mais diversos assuntos, afirmando a sua autonomia e enriquecendo o debate com as suas iniciativas e com inúmeras interpelações ao executivo; a CDU foi a força que mais propostas apresentou”.

Alfredo Maia frisou que a CDU é a “alternativa” ao poder executivo no concelho, pois é uma “força que se bate por uma Maia para todos”.

O candidato afirmou que quer um concelho com mais coesão, referindo que isso não acontece hoje em dia com a maioria PSD/CDS, que apresenta “obras vistosas”, principalmente no centro da cidade e nas zonas mais populosas, mantendo o concelho a velocidades diferentes.

E destaca, a este propósito, o exemplo de degradação urbanística e construções abarracadas nas freguesias de Pedrouços e Águas Santas, onde carências habitacionais são muito sentidas. Mas Alfredo Maia salienta que as carências habitacionais são um problema por toda a Maia e que ainda “persistem ilhas no centro da Cidade”, algo que deveria envergonhar o executivo camarário.

 

O candidato da CDU ressalva que a autarquia celebrou recentemente um protocolo com o IRHU –  Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I.P., para construção de “757 habitações públicas” em todo o concelho, mas “este número está muito aquém das necessidades que se estimam já, hoje, na roda do milhar, e que não serão manifestamente suficientes para as necessidades próximas que tenderão a agravar-se, se continuar a perpetuar-se o ciclo de pobreza que também atinge a Maia”.

 

A candidatura da CDU criticou ainda a insistência da Câmara da Maia em recorrer à “aventura dos fundos imobiliários”, destacando os elevados prejuízos do Fundo Maia Imo; o recurso à “subcontratação de empresas para diversos serviços”, o que conduz à “desmunicipalização” e que origina a que a Câmara da Maia não tenha agora capacidade para acudir a reparações de vias e pontes de forma rápida, veja-se o exemplo da Ponte do Pinto, lembrou Alfredo Maia.

 

Também o investimento nas feiras e mercados nos últimos anos tem sido insuficiente, denunciou Alfredo Maia, que desvendou uma medida, que vai à discussão na Assembleia Municipal na próxima segunda-feira, a concessão do Mercado do Castelo da Maia a um privado. Uma medida aprovada na Câmara com a “conivência” da coligação PS/JPP, denunciou também Alfredo Maia.

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