Bragança Fernandes quer dar ao PSD maioria na Área Metropolitana do Porto

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Felgueiras presenciou a apresentação pública e tomada de posse dos novos órgãos distritais do PSD/Porto liderados por Bragança Fernandes, presidente da Câmara da Maia.

O ato contou com a presença do presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, que aproveitou para visitar algumas empresas consideradas de excelência na região.

Na sua intervenção, Bragança Fernandes começou por agradecer a disponibilidade do líder da oposição para se deslocar ao distrito do Porto e contactar com as empresas e as pessoas, isto é, “o mundo real”, pois é aqui que “se sente o pulsar do país e se vê o que de bem e mal acontece”.

O líder da distrital salientou que neste distrito e na Região Norte “valorizamos muito o trabalho. Só com trabalho se conseguem alcançar os objetivos”. E é por isso – “para preservar os valores do trabalho, do emprego e das poupanças dos portugueses”, frisou – que Bragança Fernandes defendeu que “Portugal precisa de um rumo diferente daquele que está a ser seguido” e Passos Coelho é “o homem certo para liderar uma alternativa governativa para o nosso país”.

Quanto ao seu mandato na distrital do PSD, Bragança Fernandes sublinhou que esta equipa está pronta para servir o partido e as pessoas, “cumprindo o programa com que nos apresentamos nas eleições internas de julho passado: Humanismo e Proximidade”.

O interesse do povo

Citando Sá Carneiro, o líder da distrital social-democrata, lembrando que “estando nós a entrar num período sempre difícil, como é o de preparação de listas e de candidaturas às autarquias locais”, instou a que todos coloquem “o interesse do povo e das comunidades acima dos interesses pessoais”. Ao contrário do que fazem, frisou, os socialistas quando estão no poder: “desbaratam tudo em prol do imediatismo e, depois, a fatura acaba sempre por chegar mais tarde ou mais cedo. Depois quem perde são sempre as pessoas”.

O objetivo traçado por Bragança Fernandes para 2017 é a vitória nas “eleições autárquicas no distrito, alcançando a maioria na CIM do Baixo Tâmega e Sousa e a maioria na Área Metropolitana do Porto”.

“Governo falhou as metas”

Passos Coelho aproveitou para colocar o enfoque no que considera ter sido o falhanço do governo nas promessas de crescimento da economia: “o governo socialista centrou a sua estratégia na recuperação do consumo. Todos sabem que no ano passado o governo prometia um crescimento muito maior para 2016, porque tinham um segredo e sabiam por a economia a crescer mais”. Quando se olha para a realidade, os números são outros. A realidade é clara: “este Governo falhou as metas com que se comprometeu com os portugueses.”
O Presidente do PSD salientou ainda que mais grave é que “não reconheçam os erros e insistam num modelo que falhou.”