Câmara da Maia investe perto de meio milhão de euros e apoia 600 postos de trabalho

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Nos Paços do Concelho da Maia foram assinados esta tarde de quarta-feira os primeiros contratos do Programa Extraordinário de Apoio Direito à Economia Local (PEADEL).

De forma simbólica, foram assinados os primeiros 15 contratos no âmbito do Programa Extraordinário de Apoio Direito à Economia Local (PEADEL) lançado pelo município da Maia, tendo em conta a crise que o contexto de pandemia trouxe a algumas pequenas e médias empresas.

O PEADEL representa um esforço financeiro municipal que ascende a mais de 400 mil euros. Os primeiros 90 contratos de concessão estão prontos a serem assinados, nos próximos dias. O universo de candidaturas ascende, nesta altura, a cerca de 285 empresas elegíveis. O apoio camarário permite assim contribuir para a proteção de cerca de 600 postos de trabalho.

Na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal da Maia afirmou que este apoio é “um prémio pela vossa resiliência e vontade de continuar a laborar e a produzir riqueza para o nosso concelho”.
O autarca frisou, dirigindo-se aos empresários presentes, “vocês também pagam impostos fora da pandemia e a Câmara da Maia está a responder ao mesmo nível”.

António Silva Tiago sublinhou que “o objetivo da Câmara da Maia é, sem dúvida, preservar o emprego no concelho e proteger os postos de trabalho. Razão pela qual, no pacote das medidas já implementadas, incluímos também a testagem, inteiramente grátis para as empresas, no conceito “TESTED & GO”, cujo selo de garantia da Cruz Vermelha Portuguesa, permite a este tipo de empresas e a outras que laboram com contacto com o público, transmitir confiança aos consumidores”.

O autarca lembrou que o PEADEL foi aprovado com uma verba alocada de 1,2 milhões de euros e, caso as candidaturas ainda em análise não venham a atingir esse valor, “a verba será de igual forma destinada ao apoio às empresas locais”.

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O vereador da Economia, Paulo Ramalho, também usou da palavra e salientou que “foi a primeira vez que a Câmara desenhou um projeto deste género”, com a colaboração de “vários técnicos de diferentes setores da autarquia”. Lembrou ainda que esta competência de “injetar dinheiro na economia pertence, normalmente, ao governo e não à Câmara”. No entanto, a autarquia entendeu que as verbas que estavam a chegar às empresas por aquela via eram “muito curtas” e resolveu agir.

Paulo Ramalho aproveitou para recordar que os apoios municipais às empresas locais também se complementam com o programa “Maia + Local”, que arrancou no início deste mês com atribuição de prémios aos consumidores incentivando-os a consumir na Maia.

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