Concelhia do PCP está rejuvenescida

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Festa do Avante
Festa do Avante. Foto: PCP
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A organização concelhia (OC) do PCP Maia elegeu, na Junta de Freguesia de Milheirós, um novo elenco para o próximo mandato de três anos e definiu linhas prioritárias e propostas para o reforço da organização.

Ana Virgínia Costa, vereadora no executivo da Maia e deputada na Assembleia da República, continua a ser um dos elementos preponderantes na organização concelhia, a par de nomes de dinamizadores no PCP local, como Teresa Lopes.

A novidade deste encontro é que há um refrescamento da estrutura de 17 elementos, tendo sido incluídos seis novos “camaradas”, “quatro dos quais têm menos de 30 anos”, informou Ana Virgínia Costa, que considerou que está “reunida aqui uma força muito grande na concelhia com estes jovens, que nos trará muito empenho e um ciclo de rejuvenescimento de que todas as organizações precisam”. De acordo com este membro da OC, a nova composição da concelhia vem dar um outro impulso para “melhor enfrentar os problemas da Maia e tentar encontrar a melhor maneira de os resolver”.

Ana Virgínia Costa afirmou que ainda não foi decidido se se vai recandidatar à câmara nas próximas autárquicas, pois antes existem outros desafios a nível partidário, como o Congresso Nacional no último trimestre do ano, bem como a Festa do Avante, em que a OC da Maia vai participar ativamente. A Maia vai ter um stand gastronómico nessa organização em que apresentará petiscos de excelência, segundo a deputada, de que destaca o Bacalhau à Maia (ou à Braga).

A reunião serviu para uma análise do trabalho realizado nos últimos três anos, em que se destacam os resultados do PCP em ascensão a nível autárquico.
Ana Virgínia Costa apresentou um balanço do seu trabalho na vereação. A vereadora entende que ainda há problemas na Maia a resolver, devido a opções da maioria PSD/CDS e que o PCP contesta, como é o caso “da decisão pela externalização e contratação de serviços, serviços esses que consideramos que a Câmara deveria ter”.

Nesta sequência de opções do executivo, a vereadora referiu que nunca votou favoravelmente os orçamentos camarários, salientando pontos fracos na atuação camarária, como, por exemplo, “na habitação social, em que há pessoas com dificuldades em pagar as rendas; ou na lacuna dos transportes, como em Folgosa, Águas Santas, São Pedro Fins, etc.”. Ana Virgínia Costa também não concorda com a transferência de verbas, em termos de Ação Social, que diz serem quase em exclusivo para a Misericórdia da Maia. “A câmara delega quase tudo”, sublinhou. Mas não concorda ainda com o que chama de “municipalização da Educação”, tendo a câmara denunciado há cerca de um mês o contrato interadministrativo de delegação de competências.

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