Conselho Municipal de Educação da Maia na primeira reunião do mandato

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O primeiro Conselho Municipal de Educação da Maia deste mandato realizou-se no dia 19 de fevereiro, nos Paços do Concelho. A reunião serviu para uma análise aos primeiro 100 dias de trabalho do pelouro da Educação, administrado pela vereadora Emília Santos.

A vereadora da Educação enumerou algumas problemáticas que considera serem transversais a todos os estabelecimentos de ensino do concelho, como o sobreaquecimento das salas de aula e do estado do espaço de recreio, as quais estão a ser alvo de um projeto tipificado para todas as escolas pelo arquiteto Carlos Silva, e ainda um levantamento de todos ao agrupamentos a ficar concluído a curto prazo.

A autarca referiu ainda o financiamento total de 7 milhões de euros na requalificação das EB 2/3 da Maia, Gueifães e EB e Secundária Dr. Vieira de Carvalho, que se traduz num investimento para o município de 2 milhões (no caso da primeira) e de 2,5 milhões (nas restantes).

Num desafio lançado pela DGEstE – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, através do seu representante José Mesquita, será também levada a cabo a remoção de amianto na EB 2/3 do Castelo da Maia, cuja despesa será imputada em 26% ao município. «Com isto, removemos todo o amianto em escolas da Maia», assegurou a vereadora da Educação.

Entre as diversas matérias trabalhadas durante o CME, foi ainda debatida a falta de assistentes operacionais no pré-escolar e no 1º ciclo do ensino básico que, sublinhou Emília Santos, não se trata de um problema apenas da Maia, «mas de todo o país». Para combater a situação foram contratados 10 tarefeiros e ainda aberto um concurso para 16 operacionais a tempo inteiro, mais 7 para a bolsa de substituição.

Ficou a garantia de que para o próximo CME da Maia, estes assuntos serão reavaliados, havendo novos temas para discutir, como: Flexibilização; Medidas de desenvolvimento educativo no âmbito do apoio a crianças e jovens com Necessidades Educativas Especiais, através da organização de atividades de complemento curricular; Adequação da rede de transportes por forma a responder a algumas necessidades.

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