João Torres participa na Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas

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O deputado maiato do PS, João Torres, integrou na passada semana a comitiva da Assembleia da República que marcou presença na Conferência das Nações Unidas para as Alterações Climáticas ‘COP23’, em Bona, na Alemanha, o evento mais relevante à escala global sobre esta problemática.

A conferência, este ano presidida pela República das Fiji e organizada pela República Federal da Alemanha, incluiu intervenções do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, e de vários chefes de Estado e de Governo, sendo ainda composta por um vasto conjunto de reuniões multilaterais e exposições sobre as causas ambientais.

A ‘COP23’ decorre pelo segundo ano sob a vigência do Acordo de Paris, documento subscrito por 169 países que tem estado envolto em polémica, sobretudo após a decisão dos Estados Unidos da América de abandonarem esta iniciativa, na sequência da eleição de Donald Trump.

O Acordo de Paris, entre outros objetivos, pretende estabelecer o compromisso de que, através da ação concertada entre Estados e povos, será possível assegurar a manutenção do aumento da temperatura média global da superfície terrestre a níveis inferiores a 2ºC, comparativamente aos níveis pré-industriais.

Portugal tem sido um dos países líderes no âmbito da agenda de combate às alterações climáticas, tendo recentemente apresentado o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, que colocou o país no pelotão da frente dos Estados mais ambiciosos neste domínio.

No decorrer da ‘COP23’, houve dois eventos paralelos de grande relevo para o nosso país: um sobre a problemática da água, servindo de antevisão ao Fórum Mundial da Água de 2018, que decorrerá em Brasília; e outro, justamente sobre o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, contando ambos com a presença do ministro do Ambiente, Matos Fernandes.

Para João Torres, vice-presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, “a ‘COP23’ constitui uma oportunidade indiscutível para reforçar a ação multilateral dos Estados na preservação do planeta, num momento em que Portugal enfrenta fenómenos meteorológicos extremos que, em grande medida, decorrem das alterações climáticas”.

O antigo secretário-geral da Juventude Socialista acrescenta ainda que “o combate às alterações climáticas, que por vezes parece tão distante dos problemas quotidianos dos territórios e das suas comunidades, é absolutamente decisivo para o mundo, a Europa, Portugal e cada uma das suas regiões, municípios e territórios”.

Assim, “promover uma economia circular e de baixo carbono, reduzir a emissão de gases com efeito de estufa e estimular a inovação, a investigação e o desenvolvimento nestes domínios são medidas que não podem esperar pelo dia de amanhã”, remata João Torres.
 

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