Maia representada no XX Congresso do PCP

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PCP Maia no congresso do partido
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Cinco delegados representaram o PCP Maia, participando nos trabalhos do XX Congresso nacional do partido e levando uma intervenção sobre o concelho.

A reunião magna realizou-se nos primeiros dias de dezembro, em Almada, tendo sido marcante a afirmação não apenas em torno da direção eleita como sobre a análise à atual fase da vida nacional e aos objectivos da sua intervenção.

Na intervenção da delegação maiata, foi reforçado o crescimento da CDU num concelho com “mais de 135 mil habitantes”, dotado de “uma vasta zona industrial que sofreu gravemente das medidas terroristas do Pacto de Agressão,  afetando a maioria dos trabalhadores e a população maiata”. Desde o 25 de abril, a Maia tem sido governada maioritariamente pela direita, mas, “apesar das dificuldades, importa salientar o crescimento eleitoral da CDU, patente em resultados como: nas últimas eleições autárquicas, no ano de 2013, conseguimos eleger uma vereadora, algo que não acontecia há mais de 25 anos; na Assembleia Municipal de um só eleito em 2009 passamos a ter três eleitos; nas Assembleias de Freguesia passamos de dois para oito eleitos, alargando a nossa representação a seis freguesias; também nas eleições para o Parlamento Europeu, em 2014, e nas eleições legislativas de 2015, a CDU teve o seu crescimento, à semelhança do que ocorreu em termos nacionais”.

Mais jovens na concelhia

Os delegados enfatizaram ainda a importância da organização para o futuro de onde se destaca a preocupação com “um défice de militantes mais jovens”. É certo que, a “nível do recrutamento temos a integração de 20 novos camaradas nos dois últimos anos”, o que, sendo um dado “muito positivo, não compensa ainda as saídas e o rejuvenescimento da organização. Apesar disso aumentámos o número de jovens na concelhia”. E foi possível a “mobilização e participação da organização em muitas das ações de luta e iniciativas de contacto com a população, que decorreram nos últimos quatro anos”.

Os comunistas da Maia apontaram ainda como prioridade o funcionamento de organizações de base nas freguesias: “a captação de uma maior militância e responsabilização de novos quadros, as reuniões de coletivos que favoreçam o debate e a formação política e a resposta às tarefas do partido”.

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