Município avança para a requalificação de três escolas ao abrigo do Norte 2020

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A Câmara da Maia vai avançar com a requalificação de três escolas do 2º e 3º ciclos. Além da EB 2/3 de Gueifães, tal como o Primeira Mão já havia anunciado na última edição de 21 de dezembro, o presidente António Silva Tiago adianta ainda que também irão avançar as empreitadas de requalificação das EB 2/3 de Moreira e da Maia.

Em causa estão os estabelecimentos de ensino cuja reestruturação foi alvo de uma candidatura no âmbito do Norte 2020, tendo sido aprovado um financiamento global de sete milhões de euros, correspondente a 85% das necessidades. A percentagem restante será garantida, em partes iguais, pela Câmara da Maia e pelo Governo.

“Trata-se do montante mais elevado atribuído a um município na Área Metropolitana do Porto, sendo igualmente a Maia a primeira Câmara a começar este tipo de obras no quadro do Norte 2020”, disse à agência Lusa, esta quarta-feira, dia 27, o presidente da autarquia.

No dia 4 de dezembro esta autarquia do distrito do Porto aprovou o lançamento de um concurso público para a empreitada de requalificação e reabilitação da Escola EB 2/3 de Gueifães.
A obra vai custar perto de 2,5 milhões de euros e deverá ficar pronta no prazo de 14 meses.

De acordo com o autarca, o procedimento concursal para a EB 2/3 da Maia está “em fase mais adiantada” e o mesmo será feito “em breve” para a EB 2/3 de Moreira, cujo projeto está “em fase de conclusão”.

Estas empreitadas enquadram-se no programa de requalificação das escolas EB 2-3 mais antigas do concelho da Maia, as quais, admitiu António Silva Tiago, “acusam já a passagem do tempo”.

“Este programa encerrará o ciclo de modernização do parque escolar público do nosso concelho que começou pelas escolas de Jardim de Infância e 1º Ciclo do Ensino Básico, com a construção de modernos Centros Escolares e vai terminar requalificando e reabilitando destas três escolas que acolhem 2.600 alunos”, descreveu o presidente maiato.

Estas são escolas propriedade do Ministério da Educação que entraram em funcionamento na década de 80. Desde então, os referidos equipamentos não foram alvo de intervenções globais de reabilitação, dai que os responsáveis considerem que estão “desajustadas às atuais exigências de funcionalidade, conforto e cumprimento de todas as exigências legais aplicáveis”.

As intervenções incluirão a reabilitação global, incluindo pavilhões de aulas, polivalente e arranjos exteriores, bem como redes de infraestruturas.

Soma-se o conforto térmico dos alunos e professores, enfoque para a eficiência energética dos edifícios e melhoria das acessibilidades, uma vez que é objetivo, lê-se na informação camarária, “tornar estas escolas verdadeiramente inclusivas”.

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