Nova Comissão Política do PS tomou posse e reafirma que quer vencer as próximas eleições Autárquicas

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Paulo Rocha

A nova Comissão Política Concelhia (CPC) do PS Maia tomou posse no dia 19 de fevereiro, às 21h30, após a eleição no dia 1.
Logo a seguir à cerimónia realizou-se a primeira reunião para eleger o novo órgão executivo da CPC, o Secretariado Concelhio, e a nova Mesa da CPC.

Os novos comissários políticos do PS Maia aprovaram, por maioria, a proposta apresentada por Paulo Rocha, presidente da Comissão Política eleito, para a constituição do Secretariado Concelhio. O novo órgão executivo do PS Maia passa, assim, a ter a seguinte composição: Edgar Rocha, Isabel Barbosa, João Magalhães Torres, João Pedro Pinto, Marco Duarte Martins, Maria Luísa Barreto, Mário Gouveia, Miguel Ângelo Rodrigues, Paula Cristina Duarte e Sónia Estela Monteiro.
Integram ainda o Secretariado Concelhio a Coordenadora da estrutura das Mulheres Socialistas – Igualdade e Direitos, Angélica Lima, e o Coordenador da Juventude Socialista, Alexandre Barbosa.

Para a Mesa da CPC do PS Maia foram apresentadas a sufrágio duas propostas, tendo saído vencedora, com 57% dos votos, a proposta apresentada pelo presidente da Concelhia, Paulo Rocha. Assim, a Mesa da CPC passa a ser constituída por Carla Dias, eleita presidente, e por Filipe Silva e Sandra Azevedo, como secretários.

Na sua intervenção, o presidente da CPC, Paulo Rocha, referiu que “o trabalho futuro assentará em duas linhas, primeira, a da Valorização do PS e, a segunda, com o grande objetivo de Vencer a Maia”.

Quanto às votações desta primeira reunião, Paulo Rocha referiu que “a Comissão Política Concelhia, a sua Mesa e o Secretariado são apenas um meio para se atingir os objetivos. O trabalho que temos pela frente tem de ultrapassar as fronteiras dos órgãos políticos e os consensos que devem ser promovidos terão de ter outros espaços de trabalho aberto a todos os militantes e simpatizantes”.

Na sua intervenção, o novo presidente da CPC deu nota de que vai dar prioridade ao debate urgente sobre a estratégia política do partido e sobre os moldes de apresentação do seu projeto autárquico. Referiu que “não podem ser repetidos os erros do passado e nenhum projeto vencedor pode ser construído sem a envolvência de todos. No final, todos deverão sentir que tiveram a oportunidade de dar a sua opinião e que, dentro das divergências existentes, se conseguiu atingir a solução mais representativa e aquela que melhor responderá ao desafio de Vencer a Maia”.

Paulo Rocha deixou claro na sua intervenção que “as eleições Autárquicas são para ganhar” e que isso será conseguido com uma candidatura “forte e abrangente e que assegure a matriz identitária do PS”.
Acrescentou que “a Maia precisa de uma mudança de ideias, de protagonistas e sobretudo de estratégia” e que o projeto autárquico do PS para a Maia “deverá centrar-se nas pessoas e nas questões do desenvolvimento sustentável e das cidades inteligentes, em contraponto com a visão da atual liderança da Câmara Municipal, que consideramos estar cansada, sem foco e sem uma ideia estruturante para o concelho.”