É urgente criar novas centralidades na Maia defende o candidato do MPT

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António Braz foi apresentado publicamente, no passado dia 8 de julho, como o candidato independente pelo Movimento Partido da Terra (MPT) à Câmara Municipal da Maia, nas eleições autárquicas de 1 de outubro. O partido apresenta também uma lista à Assembleia Municipal da Maia, encabeçada por Susana Lopes.

António Braz afirmou à Lusa, a “necessidade de melhorar outras zonas do concelho, criando novas centralidades, porque a Maia está muito centralizada na sua praça, da torre”, assumindo que o urbanismo é uma área prioritária.
A este nível, Braz propõe-se privilegiar a “economia energética ao recuperar e/ou requalificar espaços públicos, edifícios devolutos e equipamentos já existentes no concelho, atribuindo-lhes novas funcionalidades (criar um gabinete de diagnóstico, avaliação e resolução de problemas habitacionais e infraestruturais); ampliar a ecovia e a rede de percursos pedonais (e dotá-las de equipamentos de emergência e de mobiliário urbano)”.

Mas o candidato do MPT apresenta ainda várias diretrizes para os próximos quatro anos no âmbito Social, Económico, Cultura e Educação, não esquecendo a Mobilidade.

Na vertente social, promete criar, caso seja eleito presidente do município, o “Banco Cívico – Agência Municipal de Voluntariado” (constituído por equipas intergeracionais com o objetivo de resolver problemas da comunidade)” e a “abraçar o projeto de “envelhecimento ativo” já implementado noutras regiões do país”.

Economicamente, falando do concelho, António Braz afirma que quer “redimensionar as bases da exploração agrícola na região do Minifúndio – Terra da Maia; estabelecer contatos com empresas de agricultura biológica e orgânica (sem pesticidas e fertilizantes artificiais) para se estabelecerem na nossa terra, através da celebração de protocolos de geminação com outros municípios; equacionar a criação da futura Escola Profissional Agrícola da Maia, em articulação com a Escola Agrícola de Santo Tirso ou outra congénere já em funcionamento”.

No que respeita a mobilidade, a candidatura do MPT propõe-se fomentar “a intermodalidade do sistema de transportes; pugnar pela extensão da linha verde do Metro até à Trofa, servindo várias localidades no trajeto Maia-Trofa-Maia, não abrangidas pelo comboio (CP), e como forma de contribuir para descongestionar o trânsito automóvel na EN-14; reponderar a questão da variante à EN-14 (contestar a demagogia e estudar alternativas caprichosas e transitórias, nomeadamente à circulação dos veículos pesados, enquanto não está definido o trajeto alternativo definitivo e adjudicada a obra); retirar os pórticos na A41; resolver situações críticas de parqueamento e continuar o processo de eliminação das barreiras arquitetónicas nos edifícios e locais públicos”.
Para a Cultura um dos grandes projetos do candidato é “música para todos”, à semelhança do que já existe no Porto e Gondomar.

No campo da Educação, Braz promete colocar “em cada escola do concelho uma psicóloga e uma nutricionista, como forma de minimizar problemas comportamentais e de inserção na comunidade escolar e de promover o sucesso escolar”.

Angélica Santos

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