Vereadora Emília Santos promove “Educação em Debate”

0
462
- Publicidade -

 

 

Tendo em vista acompanhar e discutir o estado da Educação no concelho da Maia, a autarquia vai passar a convocar encontros regulares com os principais agentes educativos, adianta a vereadora com o Pelouro da Educação.

 

Emília Santos refere que foi com esse espírito que decorreu esta segunda-feira, dia 11, uma importante sessão de trabalho, que juntou à mesma mesa todas as Associações de Pais, os diretores dos Agrupamentos Escolares e os presidentes das Juntas de Freguesia, num total de cerca de 70 pessoas. O encontro contou também com a presença do Delegado Regional da DGEstE Norte, José Mesquita.

 

“Estes são os principais parceiros da comunidade educativa maiata. É com estes responsáveis que queremos debater assuntos que dizem respeito a todos nós”, frisou a vereadora da Educação.

 

Emília Santos explicou que esta é a primeira de um ciclo de três reuniões anuais que acordou com a Federação das Associações de Pais da Maia (FAPEMAIA). “A próxima será no final do 2º período, para preparar o ano letivo 2018/19; e a terceira reunião será em junho, para fazer o balanço do ano escolar”.

 

Como resultado deste encontro foi manifestada a vontade de trabalhar em rede por parte da autarquia e dos agentes educativos do concelho, porque assim melhoram a identificação dos problemas e a aplicação de soluções. “Se a Câmara Municipal da Maia assumiu como prioridade a defesa do superior interesse das crianças, é nosso dever trabalhar de forma eficaz e partilhada. Este é um dos passos nesse sentido”, referiu a vereadora.

 

De acordo com António Silva Tiago, presidente da edilidade, o município da Maia há muito que elegeu a Educação como bandeira e, neste mandato, continua a trabalhar para ter as melhores escolas do país.

 

“A aposta na qualidade, no sucesso escolar e no combate à exclusão são as nossas linhas de orientação”, sublinha ainda a vereadora da Educação, que considera importante a defesa de “escolas amigas das crianças e do conhecimento; escolas que entendam o valor da brincadeira, e onde as crianças possam ser crianças; escolas que se renovem a cada dia e introduzam qualidade no processo de ensino-aprendizagem; escolas com mais criatividade e menos repetição; escolas que respondam às reais necessidades das famílias”.

 

“São objetivos a cumprir”, concluiu Emília Santos, satisfeita com esta espécie de cimeira da Educação a nível concelhio.

- Publicidade -