Jovens populares pedem mais disciplina aos intervenientes na Assembleia Municipal

0
178


A Juventude Popular da Maia pede “mais sentido de dever” a todos os intervenientes na Assembleia Municipal da Maia. É o que referem num comunicado enviado na manhã seguinte à realização de mais uma sessão daquele órgão municipal, e que serve de “alerta”.
Em seis pontos, os jovens populares manifestam a sua posição quanto ao comportamento dos intervenientes nas reuniões da Assembleia Municipal.

Consideram “alarmante” o ambiente de “guerrilha e desorganização” que, de acordo com os jovens populares, tem vindo a instalar-se nas reuniões da Assembleia Municipal, impedindo desta forma, o “diálogo democrático” entre as forças políticas representadas naquele órgão municipal.

Entre as críticas da Juventude Popular da Maia está ainda o constante “incumprimento de horários e tempos de uso da palavra, discursos de ataque pessoais entre deputados e a própria mesa, defesas da honra bacocas e atribuição de mais ou menos prioridade a matérias que, por virem em ordem de trabalhos, estão todas investidas com o mesmo grau de importância”. Lamentam ainda que a Assembleia Municipal da Maia seja, neste momento, um espaço que “repele”, não só a população em geral, mas em particular os jovens que optaram uma participação política mais activa e que “são confrontados com momentos nada dignos de uma vida em democracia e sociedade”.

Ao presidente da Assembleia Municipal da Maia, apelam ainda para que em reuniões futuras, “todos os intervenientes sejam prontamente relembrados do poder e da confiança que os eleitores lhes confiaram”.
Esclarecem ainda que o que move o “alerta” lançado pela comissão política concelhia da JP da Maia é “o grau de preocupação que esta estrutura tem para com a cidade, os maiatos e as suas instituições políticas”. “Porque a nós o que nos move é a dignificação da paixão que temos pela política, estamos certos que o clima da normalidade e bom funcionamento da Assembleia Municipal irá prevalecer”, concluem.

FA