Autarcas rejeitam gestão da STCP com dívida de milhões

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A operadora sofreu perdas de 15 milhões com a diminuição de passageiros durante a pandemia. Agora, os presidentes de Câmara exigem que Estado assuma esse passivo. Silva Tiago, autarca da Maia, partilha desta opinião.

A STCP deveria passar no dia 27 de dezembro para a gestão dos municípios do Porto, Gaia, Gondomar, Maia, Matosinhos e Valongo. O memorando de entendimento para a intermunicipalização da STCP foi assinado em agosto do ano passado.

Os autarcas envolvidos só querem assumir a gestão, caso o governo assuma o prejuízo e coloque “o contador a zero”, como referiu o presidente da autarquia do Porto, o primeiro que levantou esta contestação.

Seguiu-se Eduardo Vítor Rodrigues, autarca de Gaia e presidente do Conselho Metropolitano do Porto: “Partilho da opinião [de Rui Moreira].”

Também o presidente da Câmara da Maia, Silva Tiago, entende que o governo deve cumprir o compromisso com os municípios, tendo afirmado ao JN: a “STCP não vai começar a sua nova vida sem que o Estado cumpra os compromissos que assumiu com os municípios”.

Os autarcas de Gondomar, Valongo e Matosinhos partilham desta opinião dos colegas da empresa de transportes coletivos do Porto.