Boletim da DGS regista mais 7 casos de infeção na Maia (770)

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Covid

Na Maia o número de casos positivos aumentou em 7 de acordo com o boletim da DGS. Há agora um total de 770 doentes.

Segundo revelou hoje a DGS, no seu boletim epidemiológico diário, Portugal registou nas últimas 24 horas mais 26 mortes e 595 casos de infeção com COVID-19.

O número de óbitos passou de 854 para 880, enquanto o de casos confirmados subiu de 22.797 para 23.392. Os casos de recuperação aumentaram de 1.228 para 1.277, mais 49.

O concelho da Maia, regista no boletim de hoje 770 casos,um aumento de 7 nas últimas 24 horas. É de registar o esforço de contenção da pandemia, que atingiu números elevados a exemplo do que passa na região Norte, em que o número de casos ascende a 13.072 (+365), e o número de mortos atinge 502 (+11).

Nos concelhos vizinhos de Trofa há 115 (+0) casos positivos e Santo Tirso tem 284 (+2). Valongo está com 660 infetados (+5) e Matosinhos atinge 945 (+11).

Os mais afetados pela covid19 são Porto e VN Gaia, com, respetivamente, 1120 positivos (+17) e 1180 (+17).

Governo pode decretar situação de calamidade pública a partir de 3 de maio

O Governo está a equacionar decretar a situação de calamidade pública por causa da pandemia de COVID-19 a partir de 3 de maio, quando cessar a vigência do atual período de estado de emergência. Ontem, o primeiro-ministro anunciou que vão estar novamente proibidas as deslocações para fora dos concelhos de residência no próximo fim de semana prolongado.

O Executivo avançou também que já foram realizados mais de 300 mil testes desde março, sublinhando que o aumento da testagem não se tem traduzido num aumento proporcional de doentes.

Em Coimbra, vão ser realizados 15 mil testes integrados, de forma a determinar a imunidade da população, anunciou a ministra da Coesão Territorial. E são dois mil os portugueses que vão participar num teste nacional à imunidade da população. O primeiro inquérito serológico de base populacional deve arrancar em maio.

Nos Açores, o Governo Regional define como “provável” o levantamento diferenciado “de ilha para ilha ou de grupos de ilhas para grupos de ilhas” das medidas de restrição. 

A DGS cancelou uma compra de 15 milhões de máscaras cirúrgicas e dois milhões de respiradores, no valor de 19,7 milhões de euros, devido à “impossibilidade de ter acesso aos bens em causa”.