Bombeiros de Pedrouços querem alargar área de intervenção

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O alargamento da área de intervenção regressa aos objectivos dos Bombeiros Voluntários de Pedrouços, na Maia. O desejo de anteriores direcções e comandos da corporação foi ontem assumido, pela primeira vez, pelo comandante Domingos Brites, à margem da sessão solene comemorativa do 27º aniversário da associação humanitária.

Na Junta de Freguesia de Pedrouços, onde decorreram as cerimónias, o responsável operacional da corporação não quis avançar com nenhuma área em concreto, mas admitiu haver condições para equacionar esse alargamento, em conjunto com as autoridades competentes. De forma a melhorar a resposta à população maiata.

Ouça as declarações de Domingos Brites:

[audio:ANIV_DOMINGUES.mp3]

O comandante frisou também a necessidade de reforçar os meios materiais da corporação. Diz que faltam viaturas de intervenção urbana, sobretudo para os prédios mais altos de Pedrouços.

Sem condições financeiras, por agora, para dotar a corporãção de novas viaturas, o presidente da direcção da associação humanitária, Serafim Adalberto, elegeu um novo quartel como um bom presente de aniversário.

Ouça as declarações de Serafim Adalberto:

[audio:TERRENO_BOMB.mp3]

Isto depois de o presidente da Câmara Municipal da Maia, Bragança Fernandes, ter dito que o revisto Plano Director Municipal já o permite, embora alertanto a direcção dos Bombeiros de Pedrouços para a necessidade de encontrar um terreno para o futuro quartel. E sem qualquer previsão de datas.

A sessão solene de ontem encerrou as comemorações dos 27 an0s da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pedrouços.

Marta Costa

1 COMENTÁRIO

  1. O Comandante dos bombeiros coloca condições á área de intervenção a atribuir aos Bombeiros de Pedrouços, porque realisticamente não tem equipamentos e carros adequados para por exemplo um incêndio urbano num prédio com mais de 3 andares, e porque não existem doadores e donativos generosos para pagar tamanho investimento.
    Vira-se agora a Direcção e por arrasto a Câmara para um investimento oneroso.Não deixa de ser irrisório e até curioso pensar que, se a Corporação não é capaz de gerar receitas próprias e está sempre ( vá lá a gente entender isto ! ), á espera de abonos sortidos para tudo e mais-não-sei-quê como é que tencionam pagar obras, materiais etc.
    Provávelmente irá suceder o mesmo que acontece um pouco por todo o lado nas Instituições desta natureza, ciclicamente batem á porta deste e daquele organismo para “angariar” fundos, em suma, a pedinchisse pindérica do costume.Urge recuperar os Bombeiros doutra forma, esta foi chão que deu uvas.
    Nobless oblige.

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