Cães de Santo Tirso ficaram esquecidos meio ano depois do incêndio nos abrigos ilegais

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imagem de arquivo

Muitos dos animais que sobreviveram ao incêndio que destruiu abrigos ilegais, em Santo Tirso, continuam sem lar, meio ano depois.

A comoção estendeu-se a nível nacional em julho aquando do incêndio que matou pelo menos 73 animais e pôs a nu as condições insalubres de dois abrigos ilegais.

A verdade é que muitos animais continuam em associações e sem adotantes à vista.

Numa reportagem do JN é relatado que continuam 25 dos 32 cães continuam numa associação de Custóias (a Midas), Matosinhos, apenas 7 foram adotados.

A Associação dos Amigos dos Animais de Santo Tirso também continua a ser morada de seis dos cerca de 10 cães acolhidos. Só quatro foram adotados.

Na Maia, a associação CãoViver deu para adoção três dos cinco cães acolhidos daquele incidente na Serra da Agrela.

Ana Ceriz, dirigente da associação, refere que um dos cães morreu e outro ainda não foi divulgado para adoção, por ter microchip. Ana Ceriz recorda que “houve mais interesse” nos primeiros dias depois do incêndio porque “as pessoas ficaram chocadas com o que aconteceu”. Mas agora, o problema parece ter ficado esquecido.

Na Maranimais ainda estão oito dos cerca de 20 cães de Santo Tirso, sendo que apenas os de raça foram adotados.