Centro de Apoio Técnico ao Magalhães com alterações

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Quase dois meses depois de terem sido apresentados, foram alterados dois dos locais onde funcionam os Centros de Apoio Técnico para o Magalhães. A iniciativa surgiu pela mão da Câmara Municipal da Maia e da MaiaInova, entidade responsável pelo projecto.

De acordo com o director da MaiaInova, Carlos Moreira, esta é uma forma de prestarem apoio às famílias que não tinham acesso a esse apoio técnico porque o Governo lançou o projecto de distribuição dos computadores, no entanto, “não pensou na sua manutenção”, justifica.

Na altura, o serviço apresentado iria funcionar em três núcleos de assistência, na Quinta da Caverneira, na Junta de Freguesia de Vila Nova da Telha e no Ismai, à terça e quinta-feira entre as 13h00 e as 20h00, às segundas, quartas e sextas-feiras entre as 10h00 e as 13h00 e entre as 17h00 e as 21h00. Agora, a MaiaInova e depois de testado junto da população interessada, entenderam que seria necessário proceder a algumas alterações. “Isto correspondeu a uma negociação entre a câmara e as entidades parceiras de forma a dar uma cobertura em horários que vão mais de encontro à disponibilidade dos pais porque os horários de funcionamento de alguns dos espaços dos que estavam previstos veio-se a verificar que, se calhar, não eram os melhores horários para os pais e também não era lá que eles se deslocavam”, explica o responsável.

Por isso, decidiram transferir da Quinta da Caverneira para o Complexo de Piscinas de Águas Santas e trocar um dia que estava previsto no Ismai, à quarta-feira, para o Complexo Municipal de Ginástica da Maia.

Depois do serviço ter arrancado há quase dois meses, Carlos Moreira afirma que, para já, não tem números concretos no que toca à procura. O que sabe é que “todos os pedidos efectuados até à data foram satisfeitos em termos de assistência”. “Estou certo que agora com a divulgação que vai ser feita o número de procura vai aumentar significativamente”, afirma.

Carlos Moreira prefere fazer um balanço da iniciativa no final de Janeiro porque, justifica, “quando se lança um serviço de proximidade, como é o caso, é preciso fazer chegar a informação às pessoas porque na maioria dos casos quem mais precisa deste tipo de serviço porque de outra forma não teria acesso, é também a quem é mais difícil fazer chegar a informação”. Por isso, acrescenta, é que a autarquia decidiu que agora iria enviar uma comunicação a todos os alunos informando-os do serviço, das condições em que o serviço pode ser utilizado e dos locais definitivos de assistência aos quais as pessoas poderão recorrer”.

De resto, o serviço vai continuar a funcionar de duas formas. Uma em que as pessoas se deslocam ao centro e serão atendidas de acordo com a disponibilidade dos técnicos e uma segunda em que as pessoas podem fazer a marcação. Neste último caso, “a pessoa sabe que irá ser atendida naquele horário previamente estabelecido”, conclui.

Isabel Fernandes Moreira