Clube rotário entra em nova fase na Maia

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À Esquerda Artur Castro; à Direita Paulo Ramalho
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O Rotary Club da Maia tem desde julho um novo presidente. O sucessor de Paulo Ramalho no movimento na Maia é Artur Castro, um engenheiro civil de 34 anos.

A nova presidente da Casa da Amizade dos rotários é Antónia Saavedra, sendo que desta vez o cargo é ocupado por uma senhora que não é mulher do presidente do Rotary Club.

É a primeira vez que assume a presidência rotária? Há quanto tempo é rotário?

Sim, é a primeira vez que assumo a presidência. Sou rotário há quatro anos, tendo sido o secretário do clube nos últimos dois.

Que expetativas e objetivos tem para este ano que se segue de presidência?

Espero continuar os projetos que o clube desenvolve já há vários anos, de âmbito municipal, nacional e internacional. Pretendemos também desenvolver dois novos projetos que ainda estão em definição.

Há também temas de gestão corrente do clube, que tenho como objetivo resolver, bem como os habituais momentos de companheirismo.

Que aspetos da comunidade da Maia poderão ser enriquecidos pelos rotários no seu mandato?

São objetivos para este ano, à imagem de anos anteriores, a contínua aproximação à nossa comunidade através do reconhecimento de mérito, quer escolar, quer profissional, bem como a supressão de necessidades urgentes das instituições do concelho.

Na prática, estamos abertos a pedidos de ajuda, além do apoio a instituições que habitualmente apoiamos.

Há iniciativas já instituídas que terão continuidade? Quais?

Sim, o Rotary Club da Maia desenvolve há já vários anos alguns projetos de referência no município, dos quais o Instituto Cultural da Maia é o mais significativo.

Desenvolvemos também os Prémios de Mérito Escolar, o Reconhecimento ao Profissional do Ano e o apoio ao GEPE (Grupo de Entreajuda na Procura de emprego).

Há ainda outros projetos cuja continuidade ou alteração de forma está em estudo.

Em termos pessoais tem sido gratificante pertencer ao movimento?

Sem dúvida. Infelizmente temos vidas ocupadas e apoiamos os mais necessitados e a comunidade em geral “apenas” com donativos monetários.

No entanto, pertencer ao movimento rotário permite-me, pessoalmente, dar mais. Permite-me dar tempo e trabalho a projetos reais que vejo e ajudo a desenvolver. É um sentimento de realização do nosso dever cívico.

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