Contrato Local de Segurança na Maia

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António Silva Tiago, presidente da Câmara da Maia, e Isabel Oneto, Secretária de Estado da Administração Interna, apresentaram, no dia 9, o Plano de Intervenção do Contrato Local de Segurança da Maia.

A apresentação do Plano decorreu no Centro Comunitário de Vermoim/Sobreiro, perante os representantes das perto de três dezenas de instituições parceiras deste contrato, que vão desde autarquias, forças policiais, serviços desconcentrados do Estado, até IPSS, clubes desportivos e associações de moradores.

Os Contratos Locais de Segurança (CLS), designados de segunda geração, foram criados pelo governo em 2016, com a missão de reduzir vulnerabilidades sociais, prevenir a criminalidade e a delinquência juvenil, bem como de incrementar o sentimento de segurança das populações, encontrando para tal as respostas adequadas às especificidades sócio criminais de cada território e promovendo a cooperação entre a administração central, as autarquias e as comunidades locais.

Além da Maia, assinaram Contratos Locais de Segurança os municípios da Amadora, Lisboa, Loures, Oeiras, Porto, Serpa, Sintra, Vila Franca de Xira e Vila Nova de Gaia.

Em agosto de 2016, aquando da criação destes CLS, António Tiago, ainda na vice presidência da Câmara da Maia acolhia de bom grado esta estrutura e referia que era “positivo envolver as comunidades, as instituições e os cidadãos na procura de soluções de pendor social que ajudem a prevenir fenómenos de violência, de delinquência juvenil, ou mesmo do pequeno crime.

Convém contudo, ter o máximo cuidado, para que a nossa sociedade não resvale para um Estado securitário, em que comecemos a olhar de lado uns para os outros, e a temer o que cada um possa fazer de violento ou potencialmente perigoso para a segurança comum. Penso que estas políticas têm pleno cabimento numa educação para a cidadania, mais abrangente e responsabilizada”.

António Silva Tiago reforçava ainda que “os cidadãos devem continuar a confiar nas forças de segurança (…), creio que vamos poder continuar a ter uma Maia segura, dentro dos atuais parâmetros normais de segurança”.

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