Cruz Vermelha oficializa hoje início das obras da nova Unidade de Cuidados Continuados

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Foto CMM
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Esta sexta-feira, dia 30 de abril, o presidente da Cruz Vermelha Portuguesa vem à Maia para dar o arranque oficial às obras de edificação da Unidade de Cuidados Continuados, em Águas Santas, um investimento total de cerca de 4,6 milhões de euros, que sofreu atrasos devido a constrangimentos originados pela pandemia.

A obra já está a decorrer, confirma o responsável pela Delegação da Maia, José Ferreira, sendo que na sexta-feira acontece uma cerimónia com o presidente da Cruz Vermelha, Francisco George, para assinalar o arranque das obras de forma oficial.

Esta Unidade de Cuidados Continuados foi um dos projetos anunciados desde a entrada em funções do responsável pela delegação da Cruz Vermelha da Maia, José Ferreira, em 2017.

O presidente da Câmara, Silva Tiago, voltou a reforçar, em declarações há dias ao Primeira Mão, a grande necessidade que existe no concelho e no distrito deste equipamento, frisando que “não temos nenhuma Unidade de Cuidados Continuados, pelo que iremos fazer tudo para ajudar a Cruz Vermelha a concretizar este projeto”.

Recorde-se que vai custar cerca de 4,6 milhões de euros a nova Unidade de Cuidados Continuados da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP), vertente de convalescença, e que vai ser construída na Rua de Timor (Sangemil), em Águas Santas.

A nova unidade, que contemplará 44 camas, vai servir o Grande Porto e o Norte, numa iniciativa da Cruz Vermelha com o apoio da Câmara Municipal da Maia. A Unidade de Cuidados Continuados em Águas Santas incluirá apoio domiciliário e três camas exclusivas para utentes residentes no concelho, de acordo com o que já foi divulgado na apresentação do projeto em final de 2019.

O apoio da Câmara da Maia ao projeto é de cerca de 250 mil euros, tendo a contrapartida de 3 camas reservadas em exclusivo para utentes residentes no concelho.

Francisco George, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, já explicou ao Primeira Mão que tipo de cuidados serão prestados neste novo equipamento de saúde da Maia. Uma rede de unidades de cuidados continuados é essencial para libertar a ocupação nos hospitais comuns das camas destinadas a doentes agudos, camas que por vezes estão preenchidas com doentes que necessitam de acompanhamento prolongado derivado de doença crónica, explica Francisco George.

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