Escuteiros de Moreira querem melhorar espaço exterior da sede

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O Agrupamento de Escuteiros de Moreira da Maia comemorou, no passado domingo, o seu 21º aniversário. Um momento de convívio, com direito a porco no espeto, que juntou escuteiros, familiares e autarcas. Em dia de festa, o chefe do agrupamento, Joaquim Silva, não escondeu que desejava uma prenda especial: “ter condições financeiras para fazer obras no espaço exterior da sede.

A verdade, conta o chefe, é que todos os anos têm conseguido os pedidos solicitados. Este ano, o pedido vai então para materiais para poderem arranjar o espaço exterior, envolvente à sede. E acredita que vai conseguir isso “com a ajuda da junta de freguesia que está sempre disponível, e da câmara municipal”. “Queremos limpar todo o espaço, que estava um bocadinho abandonado e fazer uma zona de lazer funcional”.

Este ano, para comemorar mais um aniversário já organizaram várias actividades, entre as quais, um Fescut – Festival Nacional da Canção Escutista. Mas as actividades mais “fortes” vão surgir a partir de agora, com a participação do agrupamento de Moreira no Jambori, que vai decorrer na Madeira; no Acangru, em Viana do Castelo; e uma das secções vai ainda participar num acampamento nos Açores. De resto, “fazemos vários bivaques, que são uns acampamentos de um fim-de-semana”.

No dia de aniversário brindaram os pais e convidados com um porco no espeto, oferecido pelo agrupamento. Ao final da tarde, depois de um corte de bolo, que contou com a presença o presidente da Câmara da Maia, Bragança Fernandes, e do presidente da Junta de Freguesia de Moreira, Albino Maia, aproveitaram para entregar os diplomas a todos aqueles que foram investidos este ano. “Tivemos um chefe que foi investido, lobitos, exploradores, pioneiros e caminheiros”, conta.
Joaquim Silva garante que o agrupamento está “de boa saúde”. “Posso-lhe garantir que, neste momento, é o maior agrupamento do país”.

Actualmente tem 182 elementos e tem uma pasta cheia de inscrições de jovens interessados em ingressar no agrupamento. No entanto, para já, “não é possível meter mais gente porque estamos superlotados e não podemos ter mais do que 40 elementos por secção e já temos dois elementos a mais”. O sucesso, garante, está relacionado com “a boa administração das chefias e a harmonia que existe entre todos os elementos”.

Isabel Fernandes Moreira