Estudo sobre a VCI conclui que cenário 1 defendido pela Maia é o mais eficaz

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foto de arquivo
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Estudo sobre a VCI traça diretrizes para tirar dois mil camiões por dia da VCI e descongestionar o trânsito. O documento refere o cenário 1 como mais eficaz, com o qual a Maia concorda. Porto e Matosinhos divergem e inclinam-se para segunda hipótese.

Um estudo realizado pelos municípios do Porto, Maia, Matosinhos e pela Infraestruturas de Portugal (IP) concluiu que o cenário 1 é a solução mais eficaz para melhorar a circulação na VCI.

Este cenário prevê a retirada de dois pórticos existentes na A4 (P3 e P4) com um custo de 0,20 e 0,25 cêntimos cada um, conforma noticia o Porto Canal. A expectativa é que os pesados de mercadorias que seguem para o porto de Leixões e para o aeroporto Francisco Sá Carneiro escolham a A4 para viajar em vez em vez da ligação nascente/poente através da VCI.

Já um segundo cenário consiste na redução da última portagem existente na A28 (P1) de 0,90 para 0,70 cêntimos, mas para compensar são criadas duas portagens adicionais, uma na A28 (depois do aeroporto e antes da A41), que custará 0,20 cêntimos, e outra na A3 de 0,45 cêntimos, onde a auto-estrada se cruza com a A4.

Também este cenário 2 visa evitar a VCI, descendo a A28 no sentido Norte/Sul e a A41, seguindo pela VRI até à A4, e depois escolher seguir para sul pela ponte da Arrábida ou pela do Freixo.

Os três municípios que encomendaram o estudo divergem sobre as soluções apresentadas.

Porto concorda com o cenário 2, mas quer que se estude uma isenção de portagens na A41 para todos os veículos ou só os pesados.

Matosinhos tem posição semelhante, defendendo a extinção de portagens na A41 para evitar o congestionamento da VCI.
A Maia diverge destas posições, defendendo o cenário 1 por considerar que o segundo cenário prejudica a ligação de Ermesinde/Rio Tinto/Águas Santas ao Porto.

Para que os condutores saibam qual o caminho mais rápido a usar o relatório final sobre a mobilidade na VCI recomenda a instalação de painéis com mensagens variáveis, onde estará sinalizado o caminho que demora menos tempos. Assim, o troço da VCI entre o nó de francos e o nó da A3 deixará de ser usado por tantos veículos, servindo essencialmente para quem se quer movimentar dentro da cidade do Porto.

Desta forma, evitar-se-á também o número de acidentes, uma das principais causas das demoras de trânsito.

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