Folgosa já tem Casa Mortuária

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A freguesia de Folgosa já tem uma nova Casa Mortuária. A cerimónia relativa ao final das obras, bem como a sua respectiva bênção pelo pároco, junto à Igreja Matriz, está marcada para o próximo domingo, dia 14 de Novembro, pelas 11h30.
A obra, iniciada em Agosto de 2009, teve um custo de 150 mil euros só relativos à construção do edifício. Há ainda a acrescentar as obras à volta, que foram da responsabilidade da Câmara Municipal.

O presidente da Junta de Freguesia de Folgosa, Luís Cândido Sousa, afirma que a nova Casa Mortuária “era uma necessidade de há muito para a população” e fala na restituição da dignidade aos folgosenses. “Esta obra vem tornar mais dignas as cerimónias fúnebres dos mortos da freguesia. Folgosa não tinha este equipamento e vem agora convergir todos os falecidos para a Igreja Matriz. Até aqui, as pessoas que morriam eram postas em câmara ardente na Capela de Nossa Senhora da Luz e na Capela de Santa Cristina. Com a criação deste equipamento todos os defuntos virão para a Casa Mortuária e depois para Igreja Matriz, antes de serem sepultados no Cemitério Paroquial”.

O presidente da Junta refere também um descongestionamento no trânsito durante os funerais: “Quando os corpos eram levantados das capelas, os cortejos fúnebres eram muito longos e os carros demoravam muito tempo a estacionar. Além disso, o carro fúnebre tinha que esperar 15/20 minutos por familiares e amigos para levarem a urna até ao cemitério. Agora está mais centralizado e acessível à realização das cerimónias fúnebres”, diz Luís Cândido.
O autarca folgosense diz também que é o preenchimento de uma lacuna no concelho. “Penso que éramos a única freguesia maiata sem este equipamento. Haverá outras em que a Casa Mortuária é da paróquia, mas nós nem isso tínhamos. É uma obra muito útil, que gostaríamos de ver permanentemente fechada, mas que o ciclo da vida obriga a que esteja disponível à população”, conclui Luís Cândido.

André Cordeiro