GAPE passou pela Maia

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Foram cerca de 34 os elementos do Grupo de Amigos Pan-European (GAPE) que no sábado passaram pela Maia, no âmbito do nono encontro do núcleo do Norte. Um deles vindo do Algarve e mais do que um de Lisboa. O Passeio por Terras do Norte arrancou no centro da cidade, onde se concentraram para iniciarem o percurso pelas “Terras da Maia”.

Durante esse percurso, uma das paragens foi no Aeródromo de Vilar de Luz, em Folgosa, por onde ficaram mais tempo do que estava previsto. O programa apontava para a chegada à Junta de Freguesia de Gondim por volta das 13h, mas só uma hora depois estacionaram os veículos de duas rodas junto ao auditório. E por ali ficaram a almoçar, antes da segunda parte do passeio, que incluiu passagem pelo Porto e uma visita às Caves do Vinho do Porto.

A recepção oficial na Junta de Freguesia de Gondim não surgiu por acaso. Aconteceu porque um dos “amigos” deste GAPE é o presidente da junta. Ainda que recente. Foi em Abril que Fernando Ferreira alinhou neste grupo, mas a paixão pelas motas remonta a finais dos anos 80, início da década de 90. E até já teve de ser hospitalizado, na sequência de um acidente sobre as duas rodas:

[audio:GAPE_FF.mp3]

Nas motas, Fernando Ferreira encontra “uma sensação de liberdade”, acrescentando que sobre as duas rodas o motociclista se sente “parte da paisagem”. A liberdade foi também a sensação destacada pelo mais antigo elemento do GAPE presente neste Passeio por Terras do Norte. Membro do grupo há cerca de dois anos, Abel Bolinhas resumiu o conceito do GAPE a um grupo de pessoas que partilham duas paixões: pelas motas, em geral, e pelo modelo Pan-European da Honda, em particular. Trata-se de uma mota que entende distinguir-se pelo “conforto, estabilidade e tudo o que se pode tirar de melhor nas motas”:

[audio:PANEUROPEAN.mp3]

Acima de tudo, este GAPE é “um grupo de pessoas divertido, que gosta de comer e de viajar”, acrescentou Abel Bolinhas. Porque nos destinos que escolhem para os encontros, tenta, conhecer a região e seus monumentos, mas também os costumes, inclusive a nível gastronómico.

Marta Costa