Há dois novos casos de infetados de Covid19 na Maia

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Na Maia, o número de novos casos positivos aumentou ligeiramente, registando-se nas últimas 24 horas, mais dois novos casos. Assim, o número de doentes cumulativamente desde o início passa a 908.

A DGS anunciou hoje que nas últimas 24 horas registaram-se mais 12 óbitos e 138 novos casos de infeção por COVID-19 em Portugal.

Segundo o boletim epidemiológico, o número de vítimas mortais passou de 1.114 para 1.126, enquanto que os casos confirmados aumentaram de 27.268 para 27.406.

O número de pessoas recuperadas encontra-se atualmente nos 2.499, mais 77 que ontem.

A região Norte continua a ser a mais atingida, com o número de casos a ascender a 15.854 (+45 que ontem), e o número de mortos atinge 645 (+6).

Entretanto, quase em todos os concelhos vizinhos da Maia e da Área Metropolitana do Porto houve aumento de novos casos.
Valongo tem 737 novos positivos (+3), Matosinhos está com 1197 (+5), Santo Tirso tem 370 (+1) e Trofa 142 (+1). Gondomar atinge 1.048 (+2).

Já Porto chega aos 1300 infetados (+5) e VN Gaia aos 1448 (+3).

Hospitais mantêm parte das consultas à distância

Os hospitais estão a reiniciar a atividade, mantendo parte das consultas à distância, mas retomando cirurgias prioritárias e exames, com circuitos definidos. António Pais Martins põe em causa opinião de que é fundamental mais ventiladores.

O especialista em medicina intensiva reconhece a capacidade de gerir a pandemia e o número de doentes admitidos nas Unidades de Cuidados Intensivos, mas alertou para uma “segunda onda” que virá e que irá pôr o país à prova.

A Entidade Reguladora da Saúde já começou a notificar os municípios que construíram hospitais de campanha ou centros de rastreio de resposta à COVID-19 para que os inscrevam no Sistema de Registo de Estabelecimentos Regulados. As taxas de registo variam entre 1.000 e 50 mil euros.

O Governo quer concertar medidas de controlo de infeções por COVID-19 com as empresas da plataforma logística de Azambuja, onde um surto com mais de uma centena de casos provoca receios de alastramento aos armazéns da grande distribuição alimentar.

Quase dois terços dos portugueses concordam com a opção pelo estado de calamidade para lidar com a crise pandémica, segundo um estudo da Eurosondagem. Neste que é o primeiro fim de semana em estado de calamidade, a PSP vai continuar a sua ação “pedagógica” de sensibilização para o cumprimento das regras ainda em vigor.

Cercas, drones, aplicações e segurança são as medidas que estão a ser estudadas para acesso às praias, evitando que sejam uma fonte de propagação da doença.