Há mais 10 casos positivos nas últimas 24 horas na Maia

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Na Maia, bem como na grande parte dos concelhos do distrito, o número de novos casos positivos voltou a aumentar, de acordo com o boletim da DGS. Nas últimas 24 horas a Maia registou mais 10 doentes.

O boletim epidemiológico diário da DGS publicado hoje regista mais 25 mortes e 183 casos de infeção com COVID-19 em Portugal nas últimas 24 horas.
O número de óbitos subiu de 948 para 973 e o total de casos confirmados aumentou de 24.322 para 24.505. Os dados revelam que já recuperaram 1.480 pessoas em Portugal.

O concelho da Maia regista no boletim de hoje o total de 836 casos, ou seja, mais 10 do que ontem. É de registar o esforço de contenção da pandemia, a exemplo da região Norte, que continua a ser a mais afetada do país.

A região Norte continua a ser a mais atingida, com o número de casos a ascender a 14.715 (+13), e o número de mortos atinge 556 (+10).

O concelho vizinho de Trofa regista 135 infetados (+6 que ontem), Santo Tirso tem 232 (+15), Matosinhos está com 1068 (+51), Valongo com 699 (menos um que ontem.

Os mais afetados pela covid19 são Porto e VN Gaia, com, respetivamente, 1187 positivos (-24) e 1322 (+59).

Autarcas e comerciantes aguardam instruções para abertura de serviços

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa anunciou ontem que o estado de emergência em Portugal não será renovado, mas reiterou que este levantamento não representa o fim do surto, sublinhando que vai arrancar uma nova fase de combate à pandemia.

O limite para a rutura do SNS, em caso de segunda vaga de COVID-19, são quatro mil internamentos, uma meta revelada ontem, na quinta reunião para avaliar a situação epidemiológica em Portugal.

Com o fim anunciado do estado de emergência, os autarcas e os comerciantes de rua aguardam o manual de instruções para reabrirem as suas atividades.

Um relatório de avaliação das medidas do estado de emergência, divulgado ontem pelo Governo, indica que a PSP e a GNR deviam vigiar 4.700 infetados ou suspeitos, mas as listas incompletas impediram quase metade das vigilâncias.

Hoje, o Infarmed alertou que os doentes de COVID-19 devem estar atentos a qualquer efeito adverso aos medicamentos que tomem para os sintomas, lembrando que se desconhecem muitas das reações.

Outro alerta foi lançado em relação ao disparo na venda de máscaras com certificação falsa e sem proteção pelo Citeve, o único centro tecnológico têxtil com protocolo com o Infarmed e a DGS para certificar estes materiais.

Há dois meses que o INSA trabalha dia e noite para responder aos pedidos de análises de amostras suspeitas da COVID-19, havendo dias onde se chega a fazer 800 testes, num total de mais de 320 mil. Do INSA partiu também um alerta para a diminuição significativa do número de acessos aos serviços de urgência do SNS, que poderá ter como base receio face ao novo coronavírus.

O sistema de vigilância sentinela da gripe sazonal vai ser alargado à COVID-19 para “conhecer com detalhe” o que se vai passar na população portuguesa com a coexistência dos dois vírus.