Hospital Privado da Boa Nova já está a funcionar

0
360

Entrou há quase uma semana em funcionamento o Hospital Privado da Boa Nova, do Grupo Trofa Saúde, em Perafita, Matosinhos. Logo no primeiro dia, a unidade hospitalar recebeu dez pacientes. Trata-se de um investimento de 30 milhões de euros que na terça-feira, de manhã, foi visitado por alguns convidados, entre eles o presidente do conselho de administração do Grupo, José Vila Nova e o presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Pinto, vereadores e elementos do executivo da Junta de Freguesia de Perafita.

Vocacionado para o apoio à maternidade, o novo hospital tem todas as valências consideradas fundamentais para a mulher grávida, o parto e o bebé. A unidade hospitalar dispõe também de outras especialidades médico-cirúrgicas, nomeadamente cirurgia vascular, cardíaca e plástica, medicina reprodutiva, ortopedia, medicina interna e doenças infecciosas, entre outras. O Hospital Privado da Boa Nova disponibiliza ainda um serviço de urgência com nove especialidades integradas, 24 horas por dia durante todo o ano.

E funcionar 24 horas “é uma diferença substancial”, reconhece o director clínico da unidade, José Amarante. “Nós podemos tratar em enfarte do miocárdio 24 horas, assim como podemos tratar um prematuro”, acrescenta.

Este responsável afirma ainda que o objectivo é que este hospital seja um complemento ao Serviço Nacional de Saúde. Para já, trabalham para a ADSE e para os seguros de saúde. Depois, “iremos certamente fazer acordos com o SNS porque nós queremos estar integrados no SNS. Nós queremos ser um complemento”.

A visita de terça-feira serviu para o Grupo Trofa Saúde fizesse um agradecimento público ao presidente da Câmara de Matosinhos. Agradecer “todo o empenho da autarquia para que a obra tivesse seguido em frente”, referiu José Vila Nova. E com essa disponibilidade da edilidade criou-se “um novo paradigma para o futuro da medicina privada”.

No final da visita, o presidente da Câmara de Matosinhos, considerava o equipamento importante para a população, no que toca à saúde mas não só, recordando que a unidade deu emprego a cerca de 340 pessoas. Guilherme Pinto elogiou aquele que, numa alegoria, considerou “um parto difícil mas rápido”. E mostrou-se “agradavelmente surpreendido” com a capacidade que o grupo mostrou.

Isabel Fernandes Moreira