Inaugurados o Adro da Igreja da Natividade e o novo Centro de Dia de Barca

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A 10 de setembro foi inaugurada a obra de requalificação do adro da Igreja de Nossa Senhora da Natividade, em Pedrouços.

O empreendimento foi levado a efeito pela Comissão de Fábrica da Igreja, presidida pelo pároco, Padre Augusto Pinto, tendo sido co-financiado pela Câmara Municipal da Maia.

Bragança Fernandes e António Silva Tiago, presidente e vice presidente da Câmara da Maia, acompanhados pelo presidente da Junta, Joaquim Araújo, bem como das várias autoridades eclesiásticas, lideradas pelo bispo auxiliar do Porto, D. António Taipa, procederam à inauguração da requalificação efetuada.

“Esta obra aqui junto da Igreja de Nossa Senhora da Natividade, em Pedrouços, requalifica um espaço de grande utilidade pública que melhora substancialmente a fruição de todo o espaço envolvente do Templo, mas também os acessos e circulação neste local.

Creio que é motivo de alegria e satisfação para todos os Pedroucenses, e assim sendo, também para a Câmara Municipal da Maia, cuja missão é precisamente proporcionar às populações a satisfação dos seus anseios e necessidades. E este é mais um anseio das pessoas de Pedrouços que se concretiza”, afirmou António Silva Tiago.

A intervenção incluiu a substituição global dos pavimentos do adro, o tratamento da drenagem de águas e a criação de canteiros ajardinados, para além da beneficiação exterior da casa paroquial.

Utilizando o granito amarelo em pavimentos e mobiliário urbano, por ser também esta a pedra de construção da igreja, pretendeu-se dignificar este local de culto, melhorando também as suas condições de acessibilidade e libertando espaço para eventos religiosos e da comunidade.

Centro de Dia de Barca já recebe cinco utentes

Na passada terça-feira, dia 12, foi a vez da comitiva da Câmara da Maia, proceder à inauguração do Centro de Dia de Barca, no antigo edifício da Junta de Freguesia, agora inserido no património da vila do Castelo da Maia. Com um investimento global de 150 mil euros, comparticipados pela Câmara, o Centro de Dia, que já é ocupado por cinco utentes, terá a capacidade para 29 idosos.

As instalações projetadas pelo Arquiteto Abel Fernandes contemplam sala de convívio ampla e com iluminação natural; sala de refeições; gabinetes técnicos; cozinha; sanitários com acessibilidades para deficientes motores; jardim de lazer.

A Santa Casa da Misericórdia da Maia é a entidade que está a gerir o equipamento junto da comunidade. A Provedora Lurdes Maia lembrou que, “a Junta de Freguesia do Castelo da Maia, com o apoio da CMM realizou a adaptação às exigências legais de funcionamento, nada fáceis, e finalmente a Misericórdia procedeu às diligências necessárias para a obtenção de licença de funcionamento”.

Assim, com mais este centro de dia, “oitavo sob a sua gestão, ainda sem acordo com a Segurança Social, mas que já foi solicitado, a Misericórdia da Maia dá continuidade ao seu trabalho junto da população mais idosa formalmente iniciado com a abertura do Centro de Dia da Guarda em 1986 e que abrange quase todo o município da Maia”.

O presidente do Castelo da Maia, Manuel Azenha, agradeceu a colaboração e “sensibilidade da CMM para a realização deste projeto, bem como o empenho incondicional com que a Santa Casa entrou neste projeto”.

O autarca lembrou que “este executivo, desde a primeira hora, manifestou a intenção de atuar na vertente social. Face às dificuldades encontradas, desenvolvemos cinco projetos sociais, e embora seja insuficiente o apoio desenvolvido, estes programas chegaram a 800 famílias, o que para o orçamento da Junta acaba por ter um peso significativo”.

Manuel Azenha acrescentou que é “este propósito social que nos dá força para continuar.

Se os castelenses nos continuarem a dar a sua confiança, pretendemos levar a cabo, nos próximos quatro anos, um novo centro de dia para dar cobertura à área de Gemunde, adaptando o antigo edifício da Junta e, o que seria a cereja no topo do bolo, a concretização de um lar de terceira idade no lugar da Espinhosa, num terreno camarário que lá existe e que seria destinado preferencialmente à camada da população mais frágil e que mais carenciada se evidencia”.

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