Incêndio na Milaneza destruíu bloco que estava inactivo

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A antiga área de moagem da fábrica da Milaneza, em Parada, Águas Santas, ficou hoje totalmente destruída na sequência de um incêndio. O fogo deflagrou cerca das 4h30 e já se encontrava extinto pelas 7h30, após a intervenção de 94 bombeiros e 33 viaturas de 11 corporações.

Não houve feridos e os danos são apenas materiais e limitados.

O incêndio ocorreu na parte mais antiga do complexo industrial da Milaneza, empresa de massas e farinhas, no sector onde funcionou, no passado, a moagem. O bloco em causa está num edifício de cinco pisos, antigo e de construção robusta. As paredes de pedra aguentaram o impacto das chamas, tendo o interior ficado destruído. O local estava agora desocupado e tinha, no interior, apenas alguma maquinaria antiga.

A empresa continua a laborar, sem problemas, uma vez que nenhuma área produtiva ou administrativa foi afectada. “Não há qualquer impacto. O edifício não estava em laboração. As pessoas daquele tipo de trabalho estão a trabalhar noutro local da empresa”, afirmou Rui Amorim, administrador da Cerealis, a empresa proprietária da Milaneza.

O administrador assegura que não há nenhum impacto nos 300 postos de trabalho que a empresa tem.

O presidente da Câmara da Maia passou pelo local do incêndio, para tomar conhecimento da situação. Bragança Fernandes ficou satisfeito pela forma como as chamas foram derrotadas pelos bombeiros. “Foi um esforço fantástico”, sublinhou o autarca.

Bragança Fernandes recordou que ainda ontem a Cerealis tinha entregue na edilidade um projecto para a realização de obras de reconstrução do edifício afectado e para o estabelecimento de uma ligação entre as duas unidades da fábrica.

Ouça as declarações de Rui Amorim, administrador da Cerealis

Ouça as declarações de Bragança Fernandes, presidente da Câmara da Maia