Maia: 1.200 Profissionais de Educação vacinados no fim de semana

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foto arquivo
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Neste fim de semana de vacinação de profissionais de educação na Maia, contamos a experiência de Cristina Maia e Laura Suzano. Gostaram da organização do processo, pessoal de Saúde foi competente e simpático. As expetativas para o futuro ficam em alta.

Cerca de 1200 professores e auxiliares do concelho da Maia foram vacinados no fim de semana na Junta de Freguesia do Castelo da Maia (polo de Gemunde).

Os profissionais da Educação ficam com mais defesas para enfrentar a Covid19 daqui em diante. Esta foi uma mega-operação que aconteceu em todo o país, procurando uma maior imunidade neste grupo de profissionais.

Na Maia, neste fim de semana, foram vacinados os profissionais das creches, pré-escolar e 1º ciclo da rede pública, privada e solidária do concelho.

Laura Suzano, educadora do pré-escolar na EB1/JI do Castelo da Maia, ficou muito satisfeita com a organização do processo de vacinação no Centro de Vacinação da Maia. A educadora diz que tudo decorreu de forma “muito organizada” e com “muitos cuidados por parte de médicos e enfermeiros” na explicação que davam às pessoas sobre a vacina e as possíveis reações adversas que poderia provocar, bem como o que fazer nesses casos.

Laura Suzano foi uma das inoculadas que teve uma reação física adversa. Esta manhã estava febril, algo “que já tinha acontecido há uns anos quando tomei a vacina da gripe”. Mas o sinal positivo e de esperança dado pela vacina é incontestável, sublinha Laura Suzano. Como é uma pessoa otimista, nunca encarou a pandemia como um caos ou com pânico, “sempre pensei que se tivesse os devidos cuidados poderia ultrapassar esta situação”.

Assim, com a vacina passa-se o mesmo, esta educadora no Castelo da Maia vai enfrentar os efeitos secundários com serenidade e garante que, quando foi tomar a vacina, sentiu-se “num país muito seguro, pelo menos naquela amostra, da forma organizada como nos trataram”.

No que respeita ao facto de lhe ter sido administrada uma vacina da AstraZeneca, Laura Suzano referiu que “há que acreditar nos médicos, que nos dizem que aquela vacina é segura e eficaz. Mesmo que não seja tão eficaz como outras, pelo menos é melhor do que não ter vacina nenhuma”.

Cristina Maia, assistente operacional da EB1/JI do Castelo da Maia, também foi inoculada este domingo e não registou qualquer sintoma adverso à vacina.

Esta profissional sabe que vai ter que continuar a ter todos os cuidados de prevenção inerentes à pandemia até haver maior imunidade na população, mas considera que a vacina é um sinal muito positivo para o futuro. Cristina Maia aponta: “as escolas a funcionarem quase normalmente só lá para setembro”.

Cristina Maia tinha algum receio de receber a vacina da AstraZeneca, mas confiou nas esclarecimentos dos profissionais de saúde e ficou mais confiante. No entanto, acredita que toda a polémica desta vacina debitada na comunicação social poderá causar alguns constrangimentos psicológicos a algumas pessoas que ainda vão ser inoculadas.

No seu caso, como tem um recém-nascido, a sensação de uma maior segurança após a inoculação aumentou, quer na vida escolar quer na vida familiar. Mas, frisou, “ainda não podemos estar totalmente seguros”.

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