Maia com cartão verde quanto a níveis de poluição do ar

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Há 15 cidades portuguesas em que é ultrapassado o limite de poluição atmosférica recomendado pela OMS – Organização Mundial de Saúde.

De acordo com o mais recente relatório da organização, divulgado pelo DN, Estarreja atinge o valor máximo (15 microgramas), sendo que Guimarães é a cidade que está abaixo do limite, com o valor mais baixo (3).

O Porto está abaixo do limite das 10 microgramas por metro cúbico de ar, nível máximo de partículas finas inaláveis (PM2,5), determinado pela OMS, a par de outras cidades do distrito, onde se inclui a Maia. Mas há exceções no distrito do Porto, como os casos de Vila do Conde, que ultrapassa as 10 microgramas (11), e Matosinhos, que se encontra no limite (10).

Em causa está a poluição com partículas minúsculas (PM2.5 – as mais finas e suscetíveis de se infiltrarem nos organismos) que entram nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças potencialmente mortíferas como derrames cerebrais, ataques de coração, obstruções pulmonares e infeções respiratórias.

Os valores limite indicados pela OMS são, no entanto, mais baixos do que os da legislação portuguesa e comunitária, que é de 25 microgramas por metro cúbico de ar.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) revelou que, a nível global, nove em cada dez pessoas respiram ar poluído e contaminado.
Na Europa e no continente americano, os níveis de contaminação do ar têm-se mantido estáveis ao longo dos últimos seis anos, com ligeiras melhorias.

Os 15 locais que excedem o limite de 10 microgramas por m3 são: Estarreja – 15; Almada – 14; Cascais -14; Lisboa -13; Portimão – 13; Albufeira – 12; Buraca – 12; Faro – 12; Algueirão-Mem Martins – 12; Ílhavo -12; Marateca – 12; Aveiro – 11; Chamusca – 11; Setúbal – 11; Vila do Conde – 11.
Os sete locais no limite são: Barreiro -10; Coimbra – 10; Loures – 10; Odivelas -10; Perafita – 10; Santiago do Cacém – 10; Senhora da Hora (Matosinhos) – 10.

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