Maia mantém todas as escolas do primeiro ciclo do ensino básico

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O encerramento de 311 escolas do primeiro ciclo, e a sua integração noutros centros escolares, não tem impacto na despesa pública, garantiu o ministro da Educação. Nuno Crato admite poupanças em alguns casos, mas haverá outros onde se registará um acréscimo de custos provocado pelo transporte dos alunos.

O ministro salienta que o encerramento de estabelecimentos de ensino não está relacionado com questões financeiras, mas sim com o objectivo de dar melhores condições de educação e sociabilização aos alunos.

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O distrito de Viseu é aquele que vai ver mais escolas encerradas (57), seguem-se os distritos de Aveiro e Porto, cada um deles vai perder mais de 40 escolas do primeiro ciclo.

Apenas em três dos 18 concelhos que fazem parte do distrito do Porto não haverá escolas a encerrar no próximo ano lectivo.

Só Maia, Matosinhos e Valongo escapam à razia do ministério tutelado por Nuno Crato. O matemático corta 11 escolas em Baião, de longe o município mais afectado. Depois estão Amarante e Gaia, que vêem fechar cinco escolas cada.

Paços de Ferreira, Santo Tirso têm três estabelecimentos a fechar, enquanto Lousada, Penafiel, Vila do Conde e Gondomar perdem duas escolas.

Trofa, Porto, Paredes, Póvoa, Marco de Canavezes e Felgueiras perdem uma escola.

Ver lista de escolas a encerrar