Maia regista hoje mais 56 novos casos de infeção (826)

0
2401

Na Maia o número de casos positivos aumentou consideravelmente, de acordo com o boletim da DGS há 56 novos infetados no concelho.

O boletim epidemiológico diário da DGS publicado hoje regista mais 23 mortes e 472 casos de infeção com COVID-19 em Portugal nas últimas 24 horas.

O número de óbitos subiu de 880 para 903 e o total de casos confirmados aumentou de 23.392 para 23.864.

O concelho da Maia, regista no boletim de hoje 826 casos,um aumento de 56 nas últimas 24 horas. Ainda assim é de registar o esforço de contenção da pandemia, com um reforço dos testes e dos centros de Covid positivo e negativo instalados na cidade para tratar quem não tem condições de confinamento, em particular nos lares.

A região Norte continua a ser a mais atingida, em que o número de casos ascende a 14.386 (+314), e o número de mortos atinge 519 (+17).

Nos concelhos vizinhos de Trofa há 129 (+14) casos positivos e Santo Tirso tem 305 (+21). Valongo está com 700 infetados (+40) e Matosinhos atinge 1017 (+72).

Os mais afetados pela covid19 são Porto e VN Gaia, com, respetivamente, 1211 positivos (+91) e 1263 (+83).

Doentes não internados só farão um teste para determinar que ficam curados

A ministra da Saúde explicou ontem que foi alterado o critério para declarar que um doente não internado está curado. Só no caso dos doentes que estão hospitalizados se mantém a regra dos dois testes, estipula a norma da DGS que entra em vigor na terça-feira.

O nível de imunidade da população portuguesa ao novo coronavírus será conhecido no verão com os resultados do primeiro estudo serológico que arranca em maio sobre duas mil pessoas.

A suspensão da autorização para os enfermeiros acumularem funções está a deixar os lares de idosos com falta de profissionais de saúde.

Mas o Ministério da Saúde já veio assegurar que os idosos com COVID-19 em lares e cuja situação clínica não exija internamento hospitalar vão passar a ser acompanhados diariamente por médicos e enfermeiros dos respetivos agrupamentos de centros de saúde, e estes profissionais terão prioridade no acesso aos testes de despiste do SARS-Cov-2.

O estado de emergência está em vigor pelo menos até dia 2 de maio, mas há sinais de que os portugueses estão a sair mais à rua, o que colocou a PSP e GNR na estrada novamente para sensibilizar os condutores.

Miguel Castanho, investigador principal do Instituto de Medicina Molecular, aponta que o perigo de uma segunda vaga do coronavírus é real, mas após uma segunda ou terceira onda de infeções deixará de ser uma fatalidade se forem tomadas as medidas certas.