Maiato emigrado na Venezuela regressa à terra para tratamentos médicos

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Maia

Um homem natural da Maia é um dos emigrantes na Venezuela, que integra o grupo repatriado para tratamentos médicos, com o apoio do governo português.

Reencontrar-se com a família, fazer tratamento médico e viver em Portugal foram alguns motivos apontados por alguns dos 264 portugueses repatriados da Venezuela para regressarem ao país no voo de sexta-feira organizado pelo Estado português.

Para os lusos, Portugal representa segurança e estabilidade, ao contrário do país de acolhimento, a Venezuela, que continuam a “amar”, mas onde lhes falta a “esperança”.

José Adelino dos Santos Marques, comerciante, é um dos portugueses, que estava ansioso por chegar a Portugal.

“Sou comerciante e estou aqui porque a covid-19 prejudicou-nos a todos. Vou porque consegui este voo. Tive um acidente, no dia 14 de maio. Uns funcionários do Governo chocaram forte contra o meu carro. Estou mal (…), não posso caminhar e vou a Portugal me operar”, disse à reportagem da Agência Lusa.

Natural da Maia, agradece ao Governo português por este ter organizado o voo.

“Não podia continuar aqui porque ninguém se pode operar aqui, os hospitais não servem e as clínicas tampouco. E agora com a covid-19 na Venezuela isto é um perigo. Em Portugal, pelo que temos visto está um pouco melhor”, disse na partida para Portugal.

(com Lusa)