Maiato preside à Assembleia Geral da AJADP

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No passado dia 6, realizaram-se no auditório da Cooperativa Agrícola da Maia as eleições para os órgãos sociais da AJADP, Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto. Foi reeleito como presidente Miguel Dias da Silva (de Vila do Conde).

Na direção, acompanham o presidente Filipe Soares (da Maia), Sérgio Moninhas e José Maia (V. Conde) e ainda Sérgio Matias (Póvoa de Varzim).

Na mesa da Assembleia Geral estão Eduardo Soares (Maia) como presidente, Francisco Cunha (V. Conde), como vice presidente, e Agostinho Marques (Maia), como secretário, sendo o Conselho Fiscal presidido por Marisa Costa (P. Varzim), auxiliada por Jorge Castro (Maia) e Acácio Couto Reis (Trofa).

São acompanhados por suplentes oriundos de vários concelhos do Distrito do Porto, integrando-se novos elementos com o objetivo de renovar e dar continuidade à associação, substituindo os que saem por limite de idade (40 anos).

A AJADP mantém o objetivo de renovar o associativismo agrícola e defender os interesses dos jovens agricultores da região, dando atenção aos problemas que mais os preocupam atualmente, nomeadamente a falta de apoios para a instalação de jovens agricultores.

«Com efeito, são muitos os jovens agricultores com projetos aprovados, projetos viáveis, com avaliação positiva por parte dos serviços do ministério da agricultura, mas que não são contratados por falta de verba no âmbito do PDR 2020. Isto é muito grave, pois Portugal já tem uma percentagem de jovem agricultores muito abaixo da média comunitária, sendo lamentável não apoiar os poucos jovens, que, apesar de tudo, pretendem instalar-se no setor agrícola, nomeadamente na produção de leite», afirma a direção da AJADP em nota de imprensa.

A associação esclarece ainda que o setor leiteiro «perdeu, em 2017, um produtor de leite a cada dia útil. Acresce ainda que, face à manutenção do preço baixo do leite, a rentabilidade dos investimentos só tem sido possível com aumentos de produção, mas os jovens agricultores sentem agora a dificuldade em obter aumento na quantidade contratada com a principal empresa compradora de leite, o que pode impedir o jovem agricultor de atingir a faturação necessária para pagar os investimentos e rentabilizar a futura exploração leiteira».

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