Mulher residente na Maia morreu subitamente após dois dias da toma da vacina anti covid19

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Uma mulher, de 41 anos, residente na Maia, morreu no dia 1 de janeiro, tendo o Correio da Manhã avançado hoje que havia sido vacinada contra a Covid-19 dois dias antes de morrer.

A assistente operacional do IPO Porto, que foi vacinada contra a covid-19 a 30 de dezembro, morreu a 1 de janeiro, de forma súbita. De acordo com o JN, a instituição esclarece que não foi notada qualquer reação adversa à vacina.

O Instituto Português de Oncologia (IPO) do Porto confirmou a morte de uma auxiliar “de forma súbita”, no dia 1 de janeiro, a este jornal e explicou que a auxiliar foi vacinada contra a covid-19 a 30 de dezembro, “não tendo sido notificado qualquer efeito indesejável nem no momento da vacinação nem nos dias subsequentes”.

Assim, e ainda de acordo com o IPO, as causas da morte da funcionária estão ainda por apurar e que serão determinadas na autópsia.

“No respeitante ao falecimento de uma assistente operacional do IPO do Porto de forma súbita, no dia 1 de janeiro de 2021, o Conselho de Administração confirma o sucedido e endereça aos familiares e amigos os mais sentidos votos de pesar, na certeza de que esta perda é igualmente sentida no IPO do Porto”, refere o IPO em comunicado, acrescentando que “o esclarecimento da causa de morte seguirá os procedimentos habituais nestas circunstâncias.”