Na Maia há apenas mais um caso positivo nas últimas 24 horas (871)

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Covid

Na Maia, o número de novos casos positivos está a estabilizar, nos últimos dias. De acordo com o boletim da DGS, nas últimas 24 horas a Maia registou apenas mais 1 doente.

Nas últimas 24 horas registaram-se 203 novos casos de infeção por COVID-19 em Portugal e 16 vítimas mortais, que totalizam 1.023, indicam os dados do boletim epidemiológico da DGS.

O número de casos confirmados é agora de 25.190, um valor inferior aos 25.351 casos confirmados ontem, mas justificado pela ministra da Saúde com uma correção que foi aplicada à contabilização, uma vez que 422 casos não eram “verdadeiros casos novos”. Os dados revelam ainda que 1.671 pessoas já recuperaram da doença no país, mais 24 que ontem.

O concelho da Maia regista no boletim de hoje o total de 871 casos, ou seja, mais 1 do que ontem. É de registar o esforço de contenção da pandemia, a exemplo da região Norte, que continua a ser a mais afetada do país.

A região Norte continua a ser a mais atingida, com o número de casos a ascender a 14.951 (menos que ontem devido à correção feita pela DGS da contabilização dos casos), e o número de mortos atinge 585 (+7).

O concelho vizinho de Trofa regista os mesmos 139 infetados (=), Santo Tirso tem 350 (+1), Matosinhos está com 1149 (+7), Valongo com 729 (=).

Os mais afetados pela covid19 são Porto e VN Gaia, com, respetivamente, 1247 positivos (+11) e 1413 (+9).

Trump felicitou Portugal e Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares aponta que hospitais portugueses tinham “equipas muito bem preparadas”

Marcelo Rebelo de Sousa recebeu ontem um telefonema de Donald Trump, que elogiou o desempenho de Portugal e ofereceu toda a ajuda no combate à pandemia.

Na transição do estado de emergência para o estado de calamidade, que vai vigorar até ao dia 17 de maio, a recomendação para ficar em casa passa a aplicar-se a todos os portugueses, deixando de incluir uma referência especial aos maiores de 70 anos de idade.

A ministra da Saúde assegurou a continuidade das medidas para controlar a transmissão do vírus e para reduzir a mortalidade e os casos graves de infeção mantendo a “reserva estratégica, não só de equipamentos de proteção individual, mas também de infraestruturas, de recursos humanos e de meios adequados a responder adequadamente a um eventual crescimento do surto epidémico”.

O presidente da Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares assinala que nesta crise ficou demonstrado que os hospitais portugueses tinham “equipas muito bem preparadas” para responder na primeira etapa da pandemia.

A taxa de letalidade real da COVID-19 em Portugal ainda é incerta e alguns especialistas consideram que até estará sobrestimada.

No entanto, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, justificou ontem que “o relatório da DGS é mais indicativo do que determinístico” e acrescentou que “o que tentamos fazer é o melhor trabalho possível para comunicar o número a um nível muito fino, de um concelho”.