Na Maia não há novos casos de Covid19 mas no país há 480 novos infetados nas últimas 24 horas

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Covid19

Na Maia, o número de novos casos positivos tem vindo a estabilizar, nos últimos dias. O número de infetados desde o início continua nos 871.

Desde o dia 2 de maio que não há crescimento. São 5 dias consecutivos sem aparecimento de novos casos de covid19 no concelho.

A DGS anunciou hoje que nas últimas 24 horas registaram-se mais 15 óbitos e 480 novos casos de infeção por COVID-19 em Portugal.

Segundo o boletim epidemiológico daquela entidade, o número de vítimas mortais passou de 1.074 para 1.089, enquanto os casos confirmados aumentaram de 25.702 para 26.182. O número de pessoas recuperadas encontra-se atualmente nos 2.076.

A região Norte continua a ser a mais atingida, com o número de casos a ascender a 15.256 (+57) que ontem), e o número de mortos atinge 623 (+10).

Tal como a Maia (871), os concelhos de Trofa (139), Porto (1266), VN Gaia (1425) e Valongo (729) não registaram novos casos de infeções no dia de hoje.

Mas Matosinhos (com 1153, mais 4 casos) e Santo Tirso (com 357, mais um caso) são concelhos em que a estabilidade ainda é relativa, com novos casos no dia de hoje.

Registou-se primeira vítima de Covid19 em Portugal com menos de 40 anos de idade

Foi ontem registada a primeira vítima mortal de COVID-19 com menos de 40 anos no país. Trata-se de um empresário de 29 anos, natural do Bangladesh.

De acordo com o barómetro semanal da Escola Nacional de Saúde Pública, Portugal teria registado mais mortes e mais internamentos entre 1 e 15 de abril se não houvesse medidas de contenção e mitigação.

Três hospitais portugueses foram já autorizados a usar o medicamento ainda experimental – o Remdesivir – na recuperação de doentes graves e ao qual os EUA atribuíram, há dias, uma “autorização de emergência”.

O Ministério da Saúde vai divulgar um relatório com os “procedimentos elaborados por ajuste direto” para combater a pandemia, com as respetivas razões que os justificaram. Uma empresa portuguesa especializada em brindes, bordados e fardamento vendeu, por ajuste direto, 14,6 milhões de euros em material de proteção em apenas seis semanas. Também a compra de equipamentos para medir temperatura disparou, sendo que a maioria do material vem da China.

Por outro lado, o secretário de Estado da Saúde dá conta que, desde o início da pandemia, foram contratados mais de 2.300 profissionais de saúde para apoiar o SNS, um número que a Ordem dos Médicos considera insuficiente, uma vez que há médicos sem folgas e sem férias.

A entidade denuncia ainda graves carências de material de apoio e de proteção no combate à pandemia da COVID-19 no SNS. A Ordem adverte ainda para a necessidade de o Governo acelerar o processo de aquisição de vacinas contra a gripe sazonal, num contexto de uma eventual segunda vaga do novo coronavírus.