Natalidade estável na Maia

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O valor mais baixo foi registado em 2014, ano em que só houve 82.367 nascimentos. No ano passado registou-se uma pequena recuperação e, este ano, a tendência mantém-se, de acordo com dados do 1º semestre a nível nacional. Temos mais bebés em Portugal. Nos primeiros seis meses de 2016, realizaram-se 42.758 testes do pezinho, o que representa um aumento de 2639 exames relativamente ao ano passado. Estes testes costumam indicar, de forma bastante rigorosa, pois a sua realização é obrigatória, a evolução da natalidade, pelo que tudo indica que teremos este ano mais nascimentos do que em 2015.

Os demógrafos são cautelosos e afirmam que ainda é cedo para falarmos numa recuperação da taxa da natalidade. A verdade é que, após uma queda acentuada de nascimentos nos últimos anos, os anos de 2015 e 2016 já registam uma inversão desta tendência, ou pelo menos, uma estabilização da nossa taxa de natalidade, que é uma das mais baixas da Europa.

Em 2014, ainda de acordo com a Pordata, Portugal registou o mais baixo índice sintético de fecundidade da Europa, com apenas 1,2 crianças nascidas por cada mulher em idade fértil quando o número considerado necessário para a reposição da população é de 2.1.
Os outros países europeus com taxas mais baixas, de 1,3, eram nesse ano Espanha, Polónia, Chipre e Grécia. Em 2015 o nosso índice subiu ligeiramente também para 1,3.

E na Maia?

Na Maia, os dados não são tão animadores nem registam um crescimento tão notório como a nível nacional, tendo em conta os dados da Pordata de 2010 a 2015. Pelo contrário, o número de nascidos em 2015 sofreu uma ligeira diminuição quanto ao ano anterior. Pode dizer-se que nos últimos três anos, os números apontam para uma relativa estabilidade: em 2013, 1151 nascimentos; em 2014, 1170 e em 2015 houve 1128.

Desde 2010 que a tendência é de diminuição dos nascimento, na Maia, com uma ligeira oscilação em 2014. Pode dizer-se que o pico mais alto nestes últimos anos foi mesmo em 2010. De 2010 a 2013 a descida foi sendo gradual, mas, desde então, até 2015, há uma estabilidade no número de crianças nascidas.

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