Nova rotunda na EN 13

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Na Urbanização Quinta do Mosteiro, outra preocupação prende-se com a Rua de D. Rita Moura Miranda, que faz a ligação à Estrada Nacional (EN) 13. Ainda que parcialmente, já que uma das faixas – a que serviria para entrar na EN 13 no sentido Norte/Sul – continua cortada. Acontece que, em poucos minutos de presença do PRIMEIRA MÃO no local, foram diversas as viaturas a circular na outra faixa, mas nos dois sentidos de trânsito, isto é, a entrar e a sair da EN 13.

O presidente da Junta de Freguesia da Vila de Moreira da Maia sabe que assim é, admite que “não está a funcionar nas melhores condições, mas explica que se trata de uma solução provisória até que seja possível construir a planeada rotunda na EN 13. Por duas vezes, as duas faixas estiveram vedadas, recorda Albino Maia, que achou por bem solicitar à Câmara da Maia que deixasse uma das vias transitáveis, “porque dá jeito”. Garante ainda o autarca que quem por lá passa nas actuais condições “são pessoas que conhecem a situação, não é ninguém que passa na 13 e se lembra que aquilo vai dar a tal parte, porque não tem indicações nenhumas”.

Confessando que a intenção era não ter essa via ainda aberta à circulação automóvel, o vice-presidente da Câmara Municipal da Maia admite que “foi alguém que foi lá tirar as barreiras que lá existiam”. E que lá estavam, e estariam, até ser concluída pela autarquia a avenida ao longo do terreno onde vai nascer o Hospital do Lidador. Argumenta António da Silva Tiago que só não está ainda feita a ligação até à Rua Cruz das Guardeiras – numa extensão entre 80 a 100 metros – porque três proprietários “não cederam o terreno”, tendo a autarquia que avançar para a expropriação. Só depois disso se abriria ao trânsito a Rua de D. Rita Moura Miranda e, consequentemente, “até poder pôr os transportes públicos a passar pelo centro cívico, em vez de ir à rotunda das Guardeiras”. Isso será conseguido através da referida rotunda em formato oval, acrescenta o também vereador do Urbanismo. Enquanto não é possível avançar com essa empreitada, e olhando à utilização abusiva da artéria, António da Silva Tiago admite “abrir essa entrada e essa saída à direita ”, dado que “não cria nenhuma perturbação”.

O que perturba, e “muito”, reconhece o autarca, é o estacionamento de camiões na berma da EN 13, junto a esta entrada para a Rua de D. Rita Moura Miranda. Apesar da acção da Polícia Municipal junto do seu proprietário, António da Silva Tiago está sensível ao facto de o mesmo não ter ainda outro espaço onde parquear as viaturas, até que esteja concluído o parque que está a construir para o efeito. Nesse sentido, “a nossa pressão foi paciente, educada e pedagógica”, conclui o vice-presidente da Câmara da Maia.

Marta Costa