Pães-de-ló ajudam a angariar verbas para Centro Paroquial de Folgosa (vídeo)

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Ondina Ramos arrecadou o primeiro e o segundo lugar da edição deste ano do Concurso de Pães-de-ló de Folgosa. Em segundo lugar, com os mesmos pontos, ficou ainda o pão-de-ló de Cecília Mendonça. As senhoras, que são também primas, são duas das três mentoras da ideia que surgiu no ano passado, durante uma conversa sobre as qualidades gastronómicas de cada uma.

Aliado a isto e como as mulheres de Folgosa estão unidas na missão de ajudar a construir o Centro Paroquial de Folgosa, entenderam que esta podia ser uma forma de angariarem verbas. “É um obra muito dispendiosa, onde se vai gastar muito dinheiro e, portanto, todas as ajudas são boas e todas as ideias são aproveitadas para esse fim”, contou Cecília Mendonça. Foi então que decidiram organizar um concurso de Pães-de-ló.

A primeira edição foi “espectacular”, acrescenta. Estiveram a concurso 22 pães-de-ló e tiveram uma participação “muito grande” das pessoas da paróquia e de fora que foram provar as especialidades de Folgosa.

Na edição deste ano, estiveram a concurso 18 exemplares gastronómicos e pouco depois do resultado do concurso já estavam todos vendidos. E os participantes “são todas donas de casa”.
Por seu lado, o júri, que foi composto por, entre outras pessoas, um elemento da Confraria Gastronómica da Maia, o presidente da Câmara Municipal, Bragança Fernandes, pelo presidente da Assembleia Municipal da Maia, Luciano Gomes, prova os pães-de-ló, o seu sabor, a sua textura, e avalia aquele que lhe sabe melhor.

Este ano, Ondina Ramos acumulou o primeiro e o segundo lugar. A receita, garantiu a PRIMEIRA MÃO, foi exactamente a mesma. Mas, acrescentou, “apesar de a receita ser a mesma o pão-de-ló nunca fica igual. Ou porque o forno está mais quente, ou porque se bate mais um do que o outro, nunca fica igual”.

Com o objectivo de angariar verbas para a construção do Centro Paroquial de Folgosa, o mesmo grupo de senhoras, inseridas num grupo mais abrangente, organiza, uma vez por mês, um jantar e no último domingo de cada mês organizam também uns lanches, onde não faltam uns salgadinhos e as papas de sarrabulho. “Tudo serve para que se consiga ir angariando algum dinheiro”, afirma Cecília Mendonça.
A próxima iniciativa é a Festa das Flores, a decorrer na Casa Paroquial, em Abril. “Vamos fazer uma exposição, em princípio, de orquídeas”. Depois disso, vão realizar cortejos, um por cada lugar da paróquia. Portanto, “são quatro cortejos que se vão realizar em Junho”.

Certo é que todas as ideias que forem aparecendo vão sendo aproveitadas, garantem as duas senhoras. E a verdade é que “todas têm corrido muito bem”. “As pessoas são muito solidárias e partilham”.

Isabel Fernandes Moreira

2 COMENTÁRIOS

  1. Pena é que metade disso nao seja verdade… Nunca ouvi falar dos lanches ao domingo a tarde, nem sao estas senhoras que fazem o jantar, até porque raramente lá vão. Enfim, protagonimso barato e rasca.

  2. Boa noite:
    Realmente nem tudo o que diz a noticia é verdadeiro principipalmente quando refere que este grupo também participa na organização dos jantares, mas há um elemento que não pode ser esquecido pois a todas as inicíativas diz sim. é uma Mulher que não vira a cara ao trabalho e que está sempre na primeira linha independentemnete do grupo. Merece o respeito de todos nós e é um exemplo a seguir. A D. Fátima não sendo nascida em Folgosa mostra pela sua paróquia mais respeito do que muitos de nós.

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