Passeio de Clássicos da Citroën juntou tradição e inovação

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A IX edição do Passeio Clássicos Citroën manteve a tradição e, no passado domingo, 26 de Setembro, voltou a ser “uma grande” concentração de veículos clássicos da marca do “double chevron”, numa organização do Grupo Filinto Mota. A caravana juntou-se de manhã na Avenida dos Aliados, no Porto e percorreu várias artérias da cidade, acabando na Avenida da Boavista, junto ao mar, para um almoço convívio.

Este ano, a iniciativa realizou-se sob o lema “Tradição e Inovação”, voltando a ser, por um lado, uma referência para os muitos e orgulhosos proprietários e coleccionadores da marca Citroën, e por outro lado, inovador ao contar com a primeira concentração Mundial de Citroën DS3.
O objectivo era reunir mais de duas centenas de viaturas da Citroën, para recordar toda a tradição da marca enquanto construtor, “o que foi em pleno conseguido”, diz a marca em nota de imprensa. Destacam-se a presença de alguns modelos mais antigos como o C3 de 1925, o BP 14 Torpedo de 1927 e o SIX de 1929 e o C4 de 1933. A que se juntaram os grandes Clássicos da Marca presentes em mais larga escala, como os modelos ID/DS que tiveram 68 viaturas presentes o 2CV com 52 unidades, a “Arrastadeira” com 18 modelos todos eles exibindo o glamour, a qualidade, a “Tradição e Inovação” da Marca ao longo dos anos.

Destaque ainda, este ano, para a presença de um HY, o primeiro grande furgão da Citroën, que marcou gerações pela versatilidade de funções que teve. Em Portugal este veículo era particularmente conhecido por ser a biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian. Mas a estes juntaram-se outros modelos que são também míticos como o CX, Dyane, Mehari, Visa, BX, GS e ainda uns muito especiais SM Maseratti e Panhard.