População faz curso de socorrismo

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Superaram as expectativas as inscrições da população para o Curso Básico de Socorrismo, promovido pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Pedrouços. Foram tantos os interessados – 81 – que a organização se viu obrigada a promover mais sessões. O primeiro começa amanhã a formação, estando as outras duas sessões agendadas para os dias 20 e 21.

Ao longo de 20 horas, cada grupo – com um máximo de 14/15 formandos – receberá noções básicas de socorrismo, transmitidas por formadores que se mostraram disponíveis para o fazer, graciosamente. Feitas as contas, será realizado um curso por mês, com três sessões, mas sempre ao fim-de-semana. E de forma gratuita.

Para justificar as 81 inscrições, o presidente da direcção da associação humanitária admite que possa ter cometido um erro ao não limitar as inscrições. Nem em termos numéricos, nem de localização geográfica dos interessados. Daí resultou uma “preocupante surpresa”, confessa Serafim Adalberto. Da divulgação feita para o período de inscrições, resultaram mais de 80 interessados. Cerca de 80 por cento são moradores em Pedrouços e os restantes das freguesias vizinhas, como Águas Santas ou Rio Tinto (já no concelho de Gondomar).

Sobre os formadores, Serafim Adalberto confirmava no final da passada semana a colaboração de dois “com um belíssimo currículo na área”, vindos dos Bombeiros Voluntários de Gondomar e dos Bombeiros Voluntários de Esposende. Os contactos foram estabelecidos pelo comandante dos Bombeiros Voluntários de Pedrouços, Domingos Brites. Como reconhecimento pela disponibilidade dos formadores para leccionarem este curso em Pedrouços, a direcção dos bombeiros pagará apenas o combustível para as deslocações e a refeição.

A ideia de promover este Curso Básico de Socorrismo transita do anterior mandato, não se tendo concretizado por essa altura por haver outras prioridades, em termos financeiros. Desde logo, as obras no quartel e o saneamento financeiro da instituição. Cumpridos esses objectivos, a associação humanitária volta-se agora-se à população. “Para sermos úteis à população”, sublinha Serafim Adalberto.

Marta Costa