Programas de apoio social ajudam maiatos a ultrapassar pandemia

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Uma das primeiras necessidades de apoio, assim que surgiu a pandemia Covid19, fez-se sentir ao nível de auxílio alimentar. No entanto, a Câmara da Maia criou vários programas para apoiar os maiatos noutras emergências, como levar bens essenciais a casa ou distribuição gratuita e máscaras.

Além do apoio regular anual, o município da Maia, no ano passado, “afetou cerca de 20 mil euros ao programa alimentar a que chamou três parceiros essenciais para o seu desenvolvimento”, explicou a vereadora do Bem Estar Social, Ana Miguel Vieira de Carvalho.

Neste caso, os parceiros são a Santa Casa da Misericórdia da Maia, a Cruz Vermelha Portuguesa e as Conferências Vicentinas.

Além disso, foi criado o PMES – Programa Municipal de Emergência Social – especificamente para famílias afetadas pela Covid19.

Programa #SorrirSentirSeguro

Adicionalmente, em contexto de pandemia, a Câmara Municipal lançou o programa “SorrirSentirSeguro” que consiste na distribuição gratuita de máscaras de proteção facial reutilizáveis e certificadas, para pessoas com baixo rendimento. Segundo a vereadora do Bem Estar Social “o programa foi lançado no ano passado e manteve-se sempre ativo”.

Programa #FiqueEmCasa

Também no início da pandemia no ano passado, foi criado um programa social de apoio, intitulado “FIQUE EM CASA”, destinado à proteção da “população mais vulnerável”. O programa abrange pessoas idosas, com doenças crónicas, com algum tipo de deficiência, famílias monoparentais com filhos e ainda pessoas que tenham estado em isolamento.

“Com este programa pretende-se levar de forma gratuita, ao domicílio, bens de primeira necessidade e medicamentos. Também nos disponibilizamos para o passeio de animais de companhia”, referiu. O programa contempla ainda, uma linha de apoio psicológico desenvolvida no primeiro confinamento.

De acordo com Ana Miguel, o “FIQUE EM CASA” registou “cerca de 200 contactos no confinamento passado, portanto, neste novo período reativamos de imediato o programa”, que, em temos gerais, foi requisitado em maior número para “alimentação, bens de primeira necessidade e medicação”.

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