PSP destruiu mais seis mil armas em Folgosa

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A PSP destruiu no último dia 21, seis mil armas provenientes de apreensões no Porto, em Braga, Vila Real, Viseu e Viana do Castelo.

Em quatro meses atingiu-se metade do total de armas apreendidas no ano passado. Tudo porque há cada vez mais pessoas que as entregam voluntariamente.

Automáticas, brancas, revólveres e espingardas. Armas de todos os tipos e classes foram levadas em carrinhas da PSP com vigilância e escolta pelas vias rodoviárias até às instalações na Siderurgia Nacional, em Folgosa.

O Intendente da PSP, Pedro Moura, referiu que foi ultrapassado o número de 12 mil armas destruídas durante este ano, em três ações. No ano passado, a PSP desenvolveu sete ações de destruição, com mais de 24 mil armas destruídas.”

Há muitas entregas voluntárias

De acordo com este responsável das forças de segurança, para o aumento do número de arsenal destruído tem contribuído a entrega voluntária por parte dos cidadãos, “que já não querem ter as suas armas nas residências”. Refere Pedro Moura que as entregas voluntárias têm a ver com o preço elevado das licenças ou porque as pessoas não querem que as armas caiam em mãos erradas.

Depois de recebidas pela PSP são usadas pelos agentes no ativo, vão para um museu ou então têm como destino final uma unidade de reciclagem metalúrgica, como a que existe em Folgosa.

Por norma as armas resultam de apreensões feitas no país, pela PSP e outras autoridades policiais, no âmbito de processos-crime, de contraordenações ou administrativos. As peças destruídas nesta operação resultam de apreensões apenas do Norte do país.

A PSP considera este processo de destruição “oferece maior segurança” dado que os resíduos finais são muito pequenos e não há possibilidade de nenhuma peça ser aproveitada, referiu o Intendente Pedro Moura.
Os agentes da PSP patrulharam o percurso das armas até à unidade da Maia e, no interior desta, foram verificando se não restavam quaisquer peças por entre os resíduos triturados.

Pedro Moura afirmou que o grande objetivo da PSP é sempre retirar o máximo de armas do mercado no âmbito do tráfico doméstico.

Angélica Santos

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