Rastreio do cancro do colo do útero no Castelo da Maia

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Ao contrário do que chegou a ser noticiado, é no Centro de Saúde do Castelo da Maia – a funcionar já, exclusivamente, com unidades de saúde familiares – que arranca este mês o programa regional da Administração Regional de Saúde do Norte (ARSN) de rastreio organizado do cancro do colo do útero.

Na Europa, o cancro do colo do útero é a segunda causa de morte, entre as doenças oncológicas, provocado por um vírus transmissível sexualmente: Vírus do Papiloma Humano (HPV) (na imagem).

Portugal destaca-se, a este nível, como o país com a mais alta taxa de incidência do cancro do colo do útero. O rastreio organizado surge tendo em conta que é, ao mesmo tempo, um dos cancros evitáveis mais frequente nas mulheres. Ao promover este programa, a ARSN pretende diminuir a mortalidade por cancro do colo do útero e reduzir o número de novos casos.

Dos métodos de colheita disponíveis, optou-se pela citologia em meio líquido (colpocitologia), a realizar às mulheres com idades entre os 30 e os 60 anos. Neste caso, em intervalos de cinco anos.

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