Scuts do Grande Porto perderam movimento diário

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Entre os meses de Abril e Junho deste ano, a concessão do Grande Porto registou uma quebra de 43 por cento no movimento médio diário. É o que revela um relatório do Instituto de Infraestruturas Rodoviárias, divulgado esta terça-feira, pela Agência Lusa.

De acordo com o documento, que analisou 33 autoestradas, distribuídas por 15 concessões, no segundo trimestre de 2010, antes da introdução de portagens, o movimento diário médio, nas autoestradas que integram a concessão, era de 39 mil 545 viaturas. Em período homólogo de 2011 registou-se uma quebra de 43 por cento, para 22 mil 551 viaturas diárias.

A quebra média no movimento é mais acentuada na A41, onde chega aos 48 por cento, ou seja, menos 21 mil veículos por dia. O cenário é semelhante na A42, que registou uma quebra de 47 por cento, menos 12.691 veículos

A antiga Scut, A28, que liga Viana do Castelo ao Porto, perdeu diariamente, uma média de nove mil viaturas, confirmando a queda que se regista desde a introdução de portagens. Segundo o relatório, o troço entre Angeiras e Modivas, nos concelhos de Vila do Conde e Matosinhos, é o que regista maior quebra, passando de cerca de 64 mil viaturas diárias, para 33 mil. Isto representa uma quebra de 31 mil viaturas todos os dias, correspondente a 48 por cento.

A A1 foi a única autoestrada do país a registar, no segundo trimestre, um crescimento no tráfego diário, de 2,8 por cento, indica o relatório do Instituto de Infraestruturas Rodoviárias. Os dados indicam que a autoestrada que liga Porto e Lisboa registou, entre Abril e Junho de 2011, mais 955 viaturas diárias.

A cobrança de portagens nas antigas Scut (sem custos para o utilizador) do Norte começou a ser feita a partir de 15 de Outubro de 2010.

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