Semana dos Lacticínios na EB 2, 3 da Maia

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Nos próximos dias 9, 10 e 11 de Fevereiro, o polivalente da Escola EB 2, 3 da Maia recebe mais uma edição da Semana dos Lacticínios. A iniciativa tem como objectivo alertar os alunos para a importância do consumo do leite e dos seus derivados. Assim, ao longo de três dias estarão disponíveis batidos de fruta (manga, banana, frutos silvestres, pêssego e maracujá), iogurtes e queijo. Os batidos serão confeccionados na escola. De acordo com Inês Cunha, coordenadora da Educação para a Saúde e Educação Sexual, todos os produtos serão vendidos pelos alunos a “preços promocionais”, entre as 10h00 e as 11h30 e das 14h00 às 15h30.

Várias turmas do 2º e 3º ciclo trabalharam o tema nas disciplinas Área de Projecto e Ciências, e de forma “transversal” noutras disciplinas, como o Francês, Espanhol, Inglês e História. “Cada professor vai integrando no seu projecto curricular, da forma que achar mais conveniente, estes conteúdos e trabalha com a sua turma”, explica Inês Cunha.

Além do saber, neste projecto, os alunos tiveram a oportunidade de fazer alguns trabalhos relacionados com os lacticínios. Trabalhos esses que estarão expostos na sala polivalente, destacando-se uma vaca em tamanho real. “Também fizemos uma brochura que está disponível na plataforma ‘moodle’ com as 12 principais razões para beber leite, com os benefícios, em termos de saúde, ao consumir o leite e seus derivados”, explica a professora. A iniciativa contou ainda com o envolvimento de toda a comunidade escolar, nomeadamente, a associação de pais e junta de freguesia.

Na área da alimentação, este não é o único tema que tem sido abordado na Escola EB 2, 3 da Maia. Todos os anos, para além da Semana dos Lacticínios, a escola recebe a Semana das Sopas, o Festival das Saladas e a Semana dos Cereais. O objectivo é incutir nos jovens hábitos alimentares mais saudáveis. “Todos os anos insistimos na alimentação, porque é nesta altura que os jovens criam os seus hábitos alimentares. Este trabalho tem de ser feito ao longo dos anos. Não é com uma experiência única que vamos mudar comportamentos”, sublinha a coordenadora de Educação para a Saúde e Educação Sexual. A pouco e pouco, começam a notar-se algumas mudanças. Um exemplo disso, é o consumo de sopa. “Depois das iniciativas do Festival das Sopas, onde podem conviver e experimentar sopas diferentes, eles acabam por vir ter connosco e dizer que passaram a gostar mais de sopa. Fazemos também inquéritos para verificar se alguma coisa mudou ou não”, refere Inês Cunha.

Para além da alimentação e actividade física, a Educação para a Saúde e Educação Sexual, envolve ainda as vertentes da Sexualidade – o tema está a ser abordado em todos os anos na disciplina de Formação Cívica, Doenças Sexualmente Transmissíveis (HIV), a Violência em Meio Escolar – estão a decorrer sessões com psicólogos para professores e assistentes operacionais, e Consumo de Substâncias Psico -Activas (Tabaco, Álcool e Drogas).

Fernanda Alves