Semana Europeia da Mobilidade com a sensibilização

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O município da Maia aderiu, uma vez mais, à Semana Europeia da Mobilidade – SEM, que se realiza todos os anos nos dias 16 a 22 de setembro.

Dando corpo às diretrizes estratégicas definidas no seu Plano de Mobilidade Sustentável, a Câmara Municipal da Maia organizou um conjunto de atividades, entre as quais a Mostra de Soluções de Mobilidade de Baixo Carbono, que decorreu na quinta-feira, dia 21, no Parque Central, entre as 10 e as 18 horas, tendo como objetivo divulgar informação e demonstrar soluções alternativas aos cidadãos e às empresas, abordando os seguintes domínios: apresentação de veículos movidos a combustíveis alternativos, que contribuam para a redução das emissões de GEE – Gases com Efeitos de Estufa; apresentação de informação e soluções sobre a infraestrutura e sistema de carregamento público e privado; apresentação de boas práticas ou casos de sucesso na implementação destas soluções, como efeito demonstrador para a comunidade empresarial e a população em geral; divulgação de informação e esclarecimento público sobre as políticas e medidas relativas ao incentivo à mobilidade elétrica.

Na sessão de abertura desta Semana da Mobilidade, o vice presidente da Câmara da Maia, António Silva Tiago, sublinhou que na sua vida pública de autarca, enquanto responsável pelas políticas municipais de ambiente e qualidade de vida, sempre encarou a educação ambiental, como um “desígnio estratégico de futuro, missão na qual senti que a comunidade educativa do concelho da Maia e por essa via, também as famílias, nunca deixaram de me acompanhar, facto pelo qual foi possível arrepiar já muito caminho no sentido da sustentabilidade integral”.

Assim, e com um convite à reflexão conjunta com os presentes na sessão, Tiago referiu que devem ser a base de uma sustentabilidade consistente, os seguintes propósitos de cidadania: redução de gases poluentes; redução de ruído nas cidades, desocupação do espaço público, saúde pública, economia financeira.

O autarca sublinhou que um dos problemas ambientais que os maiores centros urbanos enfrentam são as elevadas concentrações de gases poluentes na atmosfera, pelo que, “a adoção de medidas que desincentivem o uso do automóvel favorece uma melhoria significativa da qualidade do ar nos meios urbanos”. A par desse objetivo deverão ser promovidos “modos de deslocação suaves, como a bicicleta ou andar a pé, que favorecem a diminuição da poluição sonora, pois diminuem o ruído produzido pelos veículos motorizados convencionais”.

E acrescentou que “a Mobilidade Sustentável, ao substituir viagens em automóvel, liberta o espaço público, que pode ser ocupado por jardins, parques ou mesmo espaços comerciais como esplanadas”.

No que à Saúde pública diz respeito, António Silva Tiago referiu: “substituir-se as viagens de automóvel por modos ativos de deslocação, em que é exigido algum esforço físico, como andar a pé ou de bicicleta, melhora substancialmente o bem-estar físico e a saúde das pessoas que os adotam”.

Também ao “substituir-se as deslocações de automóvel por transporte coletivo ou por modos de deslocação mais suaves, como andar a pé ou de bicicleta, há uma redução no consumo de combustível, o que se traduz diretamente a uma poupança económica”.

E o vice presidente da autarquia da Maia terminou a intervenção focando o aspeto do contributo individual para o bem coletivo: «Consolidada a nossa consciência cidadã sobre o que verdadeiramente está em causa e o que a cada um de nós cabe fazer, tomando parte neste desígnio coletivo, tenhamos coragem de pôr em prática, para ganharmos a autoridade moral de recomendar aos que nos estão próximos: Ande mais a pé, de bicicleta e de transportes públicos; evite a utilização do automóvel nas deslocações dentro da cidade; opte por veículos de baixo consumo energético; desligue o motor do veículo durante paragens longas.»

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