STCP coloca em circulação 21 autocarros movidos a gás natural

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A Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) revelou que estão a circular desde março 21 dos 81 autocarros movidos a gás natural comprimido adquiridos para dar continuidade ao plano de renovação da frota da empresa.

Em comunicado, a operadora descreve que em causa está o programa que “permitirá à STCP substituir veículos em fim de vida, com mais de 16 anos, bem como prestar um serviço mais eficiente, em termos económicos e ambientais, e reduzir significativamente as emissões de carbono”.

Os restantes 60 autocarros serão colocados ao serviço “até outubro”, acrescenta a empresa, especificando que 77% destes veículos têm como característica diferenciadora o piso totalmente rebaixado.

A compra destes veículos faz parte de um pacote que inclui, ainda, cinco autocarros 100% elétricos, com autonomia para 350 quilómetros, com previsão para entrada em operação também em outubro de 2021.

No total são 86 as viaturas que completam o lote que foi alvo de candidatura ao Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (PO SEUR) e de concurso em 2019.

Este lote de veículos está orçado em 23 milhões de euros, sendo que 4,7 milhões proveem de apoio financeiro da União Europeia, pelo Fundo de Coesão.

“No final do ano, quando o processo de renovação de frota ficar concluído, a maior operadora de transportes públicos da AMP [Área Metropolitana do Porto] terá em operação 274 novas viaturas, movidas a gás natural e elétricas”, destaca a STCP.

De acordo com a empresa, “o ‘mix’ energético da frota, que contabiliza 420 autocarros, será composto por 79% CNG, 5% eletricidade e 16% diesel”.

O processo de renovação de frota da STCP – que opera em seis concelhos da AMP (Porto, Vila Nova de Gaia, Matosinhos, Gondomar, Maia e Valongo) – teve início em 2017 com um primeiro concurso para aquisição de viaturas, cuja entrega se prolongou até 2020.

Esse primeiro lote contém 173 viaturas movidas a gás natural comprimido e 15 viaturas 100% elétricas.

Este primeiro lote, que também resultou de uma candidatura ao PO SEUR, custou 47,1 milhões de euros, 13,7 dos quais do Fundo de Coesão.

Soma-se a implementação de novos postos de abastecimento a gás, na Estação de Recolha da Via Norte, bem como de postos de carregamento para veículos elétricos, na Estação de Recolha de Francos.

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